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PF faz operação para desarticular núcleo de lavagem de dinheiro de organização criminosa

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Natal/RN. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (5/2), a Operação Pleonexia II, destinada a desarticular um grupo especializado na ocultação e na dissimulação de bens e de valores provenientes de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, praticados pela organização criminosa investigada na primeira fase da operação.

A ação visou cumprir 4 mandados de prisão preventiva, 17 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de bens e de valores da ordem de R$ 244 milhões. As medidas foram expedidas pela 14ª Vara Federal da seção Judiciária do Rio Grande do Norte e cumpridas em endereços situados em Natal/RN, em São Paulo/SP e em São Leopoldo/RS.

A deflagração da primeira fase da operação possibilitou a identificação de outros integrantes da organização criminosa, sobretudo de pessoas que operavam e auxiliavam na lavagem de dinheiro do grupo.

As apurações indicam que o esquema utilizava estruturas empresariais, negociações e contratos simulados para ocultar o patrimônio ilícito e reinserir os valores no mercado formal, inclusive por meio da aquisição e da revenda de bens de alto valor.

Foram apreendidos diversos veículos, dispositivos eletrônicos, documentos e anotações, que serão submetidos à análise, visando aprofundar as investigações, identificar outros beneficiários do esquema e garantir o ressarcimento das vítimas lesadas pela organização criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
Fone: (84) 98131-8907
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova porte de arma para agentes de fiscalização ambiental

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para agentes de fiscalização ambiental que atuam em ações externas de fiscalização, inspeção, vistoria ou apuração de infrações ambientais.

A proposta altera o Estatuto do Desarmamento para incluir a categoria entre as que podem portar arma. O objetivo é garantir a segurança dos agentes que atuam em biomas vulneráveis, como a Amazônia e o Pantanal, onde a fiscalização ambiental enfrenta redes de criminalidade e violência armada.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), que fez ajustes de redação no Projeto de Lei 5911/25, do deputado Marcos Pollon (PL-MS).

Fraga destacou que ataques contra equipes de fiscalização são frequentes e já resultaram em mortes. “O projeto de lei é mais que meritório, sendo medida adequada, necessária, razoável e urgente”, afirmou o relator, ao citar casos de emboscadas contra agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Amazonas.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli



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