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Craques da Natureza: veja onde e quando participar da produção de mudas em Cuiabá

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A produção de mudas, etapa que dá início à arborização urbana de Cuiabá, será o foco da última edição da campanha Craques da Natureza: Plantou, Colou, promovida pela Prefeitura de Cuiabá. A atividade será realizada neste domingo (19).

A ação inicia a partir das 8h, no Horto Florestal Tote Garcia, crianças e famílias poderão aprender, na prática, como nasce uma árvore que futuramente será plantada em ruas, praças e parques da capital.

Diferentemente das edições anteriores, que mobilizaram a população para o plantio de árvores em diferentes bairros da cidade, desta vez os participantes acompanharão todas as etapas da produção de mudas.

A atividade inclui o preparo da terra, o plantio de sementes de espécies nativas e frutíferas, a primeira irrigação e o acondicionamento das mudas na estufa, onde permanecerão durante o desenvolvimento.

O Horto Florestal preparou estrutura para a produção de aproximadamente mil mudas durante a ação.

Como incentivo à participação, cada criança acompanhada por um responsável que produzir uma muda receberá um pacote de figurinhas do álbum da Copa do Mundo. A distribuição será exclusiva para as crianças participantes da atividade.

Além da experiência educativa, a Prefeitura também fará a doação de mudas para moradores interessados em arborizar quintais, calçadas e outros espaços. A ação busca ampliar a participação da população na preservação ambiental e aumentar a cobertura vegetal da cidade.

O diretor de Planejamento Ambiental da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Fábio Moura, destaca que a escolha do Horto Florestal para encerrar a campanha permite mostrar à população onde começa todo o trabalho de arborização da capital.

“Convidamos toda a população para participar conosco, a partir das 8h, no Horto Florestal, na Rua Antônio Dorileo, em frente ao Parque Zé Bolo Flô. Além de produzir uma muda e receber figurinhas, cada família poderá levar uma muda para casa e contribuir com a arborização de Cuiabá”, disse.

O Horto Florestal Tote Garcia concentra a produção das mudas utilizadas pela Prefeitura, além do acompanhamento técnico, da irrigação e da manutenção das árvores implantadas nas vias públicas.

O Horto Florestal fica na Rua Antônio Dorileo, nº 495, em frente ao Parque Zé Bolo Flô, e funcionará excepcionalmente neste domingo para receber os participantes da última edição da campanha.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Com início das chuvas, veja 10 cuidados contra a dengue em Cuiabá

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Você sabia que os ovos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, podem sobreviver por até 450 dias em condições favoráveis, mesmo sem água? Com a chegada de outubro e novembro, meses que marcam o início do período chuvoso em Cuiabá, essa característica exige atenção redobrada da população.

É justamente neste período que a combinação de calor e primeiras chuvas favorece a eclosão dos ovos que estavam depositados em recipientes secos e a reprodução de novos mosquitos. Por isso, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), orienta os moradores a intensificarem os cuidados desde o início das chuvas, sem esperar o aumento dos casos para eliminar possíveis focos.

Confira dez informações importantes sobre a dengue e saiba como se proteger.

1. Os ovos podem sobreviver por meses sem água

Os ovos do Aedes aegypti podem permanecer viáveis por vários meses em ambientes secos. Quando entram novamente em contato com a água, podem eclodir. Por isso, retirar a água parada nem sempre é suficiente: é importante esfregar as paredes dos recipientes para remover os ovos que ficam grudados.

2. Uma tampinha pode virar criadouro

Pequenos recipientes que acumulam água, como tampinhas, pratos de plantas, garrafas e embalagens, podem favorecer a reprodução do mosquito. A orientação é verificar esses locais semanalmente e eliminar qualquer acúmulo de água.

3. O início das chuvas exige atenção redobrada

Em outubro e novembro, com o início das chuvas em Cuiabá, recipientes que permaneceram secos durante meses podem voltar a acumular água. Essa água pode estimular a eclosão de ovos depositados anteriormente, favorecendo o nascimento de novos mosquitos. A prevenção deve começar agora, com a vistoria de quintais, calhas, vasos e outros locais que possam acumular água.

4. O mosquito costuma picar durante o dia

O Aedes aegypti tem hábitos predominantemente diurnos, com maior atividade geralmente no início da manhã e no fim da tarde. Isso não significa que ele não possa picar em outros horários. O uso de repelentes e outras medidas de proteção também é importante.

5. A dengue pode piorar quando a febre desaparece

O desaparecimento da febre não significa necessariamente que o perigo passou. Os sinais de alarme podem surgir nessa fase, geralmente entre o terceiro e o sétimo dia da doença. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura ou desmaio exigem atendimento médico imediato.

6. Uma segunda infecção pode aumentar o risco de dengue grave

Existem quatro sorotipos do vírus da dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Ter tido dengue anteriormente não garante proteção contra os outros sorotipos, e uma nova infecção pode aumentar o risco de formas graves da doença.

7. Dengue, zika e chikungunya são transmitidas pelo mesmo mosquito

As três doenças podem ser transmitidas pelo Aedes aegypti e apresentar sintomas semelhantes, como febre e dores no corpo. A chikungunya costuma provocar dores articulares intensas, que podem persistir por meses. A avaliação de um profissional de saúde é importante para orientar o diagnóstico e o tratamento.

8. Alguns medicamentos devem ser evitados em caso de suspeita de dengue

Medicamentos como ácido acetilsalicílico (AAS), ibuprofeno, diclofenaco e naproxeno podem aumentar o risco de sangramento. Em caso de suspeita da doença, não se automedique e procure orientação de um profissional de saúde.

9. Um exame negativo nem sempre descarta dengue

A capacidade de detectar a doença depende do tipo de teste e do momento em que ele é realizado. Testes como PCR e antígeno NS1 são utilizados principalmente na fase inicial, enquanto os testes de anticorpos podem ser mais úteis posteriormente. A avaliação médica deve considerar também os sintomas e o tempo de evolução da doença.

Em caso de suspeita de dengue, a orientação é procurar uma das 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) de Cuiabá para receber avaliação médica. Já diante de sinais de agravamento, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, desmaio ou dificuldade para respirar, o paciente deve procurar atendimento imediato em uma das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.

10. Quem está com dengue também precisa evitar picadas

Durante o período em que o vírus circula no sangue da pessoa infectada, um mosquito pode picá-la, adquirir o vírus e transmiti-lo a outras pessoas. Por isso, quem está com dengue também deve usar repelente, além de adotar outras medidas de proteção, como telas e mosquiteiros.

O repelente funciona como uma barreira de proteção individual, de forma semelhante à máscara na prevenção de doenças respiratórias: cada um atua contra um tipo diferente de transmissão. No caso da dengue, o produto ajuda a evitar que o mosquito pique a pessoa infectada e depois transmita o vírus a outras pessoas.

Cuiabá registra 853 casos autóctones de dengue em 2026

De acordo com o boletim atualizado em 8 de outubro de 2026, Cuiabá contabilizou 853 casos autóctones de dengue e três óbitos confirmados no ano. Na 39ª Semana Epidemiológica, foram registrados seis novos casos, além da inclusão de 35 ocorrências referentes a semanas anteriores. O total acumulado se aproxima do registrado no mesmo período de 2025, com diferença inferior a 1% e média de 50,7 casos por semana.

Em relação à chikungunya, não houve novas notificações nas quatro semanas anteriores à atualização do boletim. No acumulado anual, os registros de 2026 representam 1,3% do total contabilizado em 2025, ano considerado epidêmico para a doença.

Já a zika não apresentou novos casos na 39ª Semana Epidemiológica, e o município permanece sem óbitos pela doença em 2026.

As equipes de vigilância e controle vetorial vistoriaram 885.360 imóveis na capital. Desse total, 94.224 receberam tratamento. Também foram tratados 106.065 depósitos e eliminados 26.365.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a participação dos moradores é fundamental para combater o mosquito. Manter caixas-d’água fechadas, limpar calhas, lavar e esfregar recipientes, descartar corretamente materiais que acumulam água e verificar os quintais semanalmente são medidas essenciais para prevenir a proliferação do vetor.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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