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FICCO/TO apreende aeronave utilizada no tráfico de drogas e prende suspeito no interior do Tocantins

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Palmas/TO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) realizou, nos dias 21 e 22 de fevereiro, operação voltada à desarticulação de uma rota de tráfico de drogas, que resultou na apreensão de uma aeronave adulterada e na prisão em flagrante de um suspeito.

A ação ocorreu na zona rural do município de Dueré/TO, onde foi localizada uma aeronave com motores desligados, em pista clandestina, apresentando sinais de adulteração em sua estrutura. Nas proximidades, um homem foi localizado e preso em flagrante, diante dos indícios de sua participação na atividade criminosa.

O suspeito foi encaminhado à unidade prisional de Palmas/TO, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

O investigado poderá responder pelos crimes de tráfico transnacional de drogas, porte ilegal de arma de fogo e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

A FICCO/TO (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Tocantins) é composta pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal do Estado do Tocantins, atuando sob a coordenação da Polícia Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
E-mail: [email protected]
Contato: (63) 99101-1391

Fonte: Polícia Federal



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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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