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PF prende servidor público por comércio ilegal de madeira

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Belém/PA. A Polícia Federal prendeu um servidor público suspeito de participar de desmatamento ilegal no Pará. Contra ele foram cumpridos, na manhã desta quinta-feira (13/2), mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão em Belém; contra outro alvo, mais um de busca e apreensão em Anápolis/GO. O servidor foi flagrado com arma de fogo sem registro guardada em sua casa, na capital paraense.

Nos mandados de busca e apreensão, foram recolhidos o veículo, aparelhos celulares e a arma não legalizada – uma espingarda com oito munições de calibre 28. Também hoje, o suspeito servidor teve suspensão de exercício de sua função pública.

Os dois alvos são suspeitos de comércio ilegal de madeira, lavagem de dinheiro e receptação qualificada.

A investigação partiu da verificação de movimentações operadas pelo servidor público estadual que superavam R$ 26 milhões em créditos e em débitos. As transações eram com pessoas físicas e empresas, especialmente do setor madeireiro, além de diversos depósitos e saques fracionados em espécie incompatíveis com a sua remuneração declarada.

As investigações também apontaram que o servidor público remete dinheiro para pessoas e empresas localizadas nas cidades paraenses de Anajás, Porto de Moz, Breves, Moju e Portel, nas regiões do Marajó, Xingu e Tocantins. Esses municípios são reconhecidos por atividades de desmatamento ilegal, principalmente em Reservas Extrativistas, que são áreas protegidas por lei e institutos federais, para garantir os meios de vida e a cultura das populações locais.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

Contato: 91 98393-0775

E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Polícia Federal

PF e FUNAI realizam ação de combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó

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Redenção/PA. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), realizou, nesta sexta-feira (16/1), mais uma operação de combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó. A iniciativa teve como objetivo reprimir a exploração ilícita do leito e das margens do Rio Branco.

A operação resultou na destruição de uma escavadeira hidráulica, motores estacionários, uma balsa, acampamentos de apoio aos garimpeiros e motocicletas, além da apreensão de aparelhos celulares, que serão submetidos à perícia técnica.

Durante a ação, foi possível identificar indicativos de propriedade dos maquinários destruídos, os quais poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, crimes ambientais e associação criminosa.

A análise do material apreendido poderá subsidiar a identificação dos envolvidos nas atividades ilícitas, contribuindo para o aprofundamento das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
[email protected]
@pf.para

Fonte: Polícia Federal



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