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PF indicia brasileiro por perseguição virtual

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Varginha/MG. Nesta quarta-feira (21/1), a Polícia Federal concluiu inquérito policial que apurava crime de perseguição virtual sofrida por uma cidadã mexicana entre os anos de 2020 e 2023. O suspeito, que foi indiciado, é um brasileiro.

A PF também realizou a oitiva da vítima, residente em Chihuahua/México, por meio de Acordo de Cooperação Internacional. Em depoimento, a mulher confirmou ter sido perseguida de maneira reiterada e constante, por meio das redes sociais, especialmente após o fim do relacionamento, inclusive mediante a divulgação de fotografias íntimas em perfis falsos, o que lhe acarretou exposição difamatória.

Em fevereiro de 2023, foi cumprido mandado judicial na residência do investigado, ocasião em que foram apreendidos equipamentos eletrônicos, posteriormente submetidos à perícia.

O inquérito policial concluído segue para o Poder Judiciário Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
Contato: (31) 3168-6342
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova projeto que limita responsabilidade civil de práticos em acidentes de navegação

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece limites para a responsabilidade civil de práticos por danos em acidentes marítimos. O texto altera a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), para o Projeto de Lei 1275/21, do deputado licenciado Carlos Bezerra (MT). O novo texto passa a prever que o profissional não responda diretamente por acidentes de navegação, mas possa sofrer ação de regresso em casos específicos, como erros ou omissões no exercício da profissão.

“O mais usual, nos outros países, é limitar a responsabilidade civil do prático, para que ele possa responder por danos até determinado valor, compatível com a realidade econômica da atividade e com sua capacidade de pagamento”, disse Tavares, que aproveitou os argumentos do relator que o antecedeu, deputado Carlos Chiodini (MDB-SC).

Pela proposta, se um erro isolado do prático for a causa determinante do acidente, quem pagou a indenização (geralmente o armador ou seguradora) poderá cobrar o ressarcimento do profissional. No entanto, esse valor será limitado a um teto a ser definido pelo Poder Executivo, somado ao preço cobrado pelo serviço de praticagem no momento do incidente.

O substitutivo também isenta as associações de praticagem de qualquer responsabilidade solidária ou subsidiária pelos danos causados por seus associados.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub



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