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PF cumpre 4 mandados de prisão e prende 2 mulheres por tráfico internacional de drogas

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São Paulo/SP. A Polícia Federal, no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, realizou entre os dias 23 e 26 de janeiro o cumprimento de mandados de prisão, a efetivação de medida restritiva de direitos e prisões em flagrante por tráfico internacional de drogas.

Entre os dias 23 e 26 de janeiro, policiais federais efetuaram a prisão de quatro homens procurados pela Justiça em diferentes estados do país, todos no controle migratório.

Na quinta-feira (23/1), foi preso um homem condenado a 32 anos de prisão por estupro de vulnerável, em decorrência de mandado expedido pela Vara de Crimes Contra Vulneráveis do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima.

Na sexta-feira (24/1), um homem procurado por violência doméstica foi preso em cumprimento a mandado expedido pela 3ª Vara de Execuções Criminais Central do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

No domingo (26/1), foi preso um homem condenado a 17 anos por homicídio qualificado, com mandado expedido pela 1ª Vara da Comarca de Boa Viagem do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.

Ainda no domingo (26/1), outro homem foi preso em razão de mandado de prisão por falsificação e uso de documento falso, expedido pela 5ª Vara de Execuções Criminais Central do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

A Polícia Federal ainda efetivou uma medida restritiva de direitos apreendendo o passaporte de um cidadão brasileiro em cumprimento a decisão judicial expedida pela Vara do Trabalho de Colatina do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região.

Em outro momento, uma mulher de nacionalidade tailandesa foi presa ao desembarcar no Brasil vinda de seu país com 10kg de haxixe em sua bagagem.

Uma brasileira foi detida ao tentar embarcar para a Suíça com 3kg de cocaína.

Comunicação Social Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos
Tel.: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal



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Congresso recebe Agenda Legislativa Mulheres do Brasil na próxima quarta

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O Congresso Nacional terá sessão solene na quarta-feira (10) — a partir das 10h no Plenário do Senado — para receber a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil. A sessão foi requerida pelas senadoras Daniella Ribeiro (PP-PB) e Professora Dorinha Seabra (União -TO) e pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). O grupo Mulheres do Brasil, criado em 2013, é uma rede civil suprapartidária que reúne mais de 140 mil mulheres no Brasil e em outros países em prol da melhoria de políticas públicas.

— A construção de uma agenda legislativa voltada às mulheres é resultado da mobilização de quem conhece os desafios vividos diariamente por brasileiras de diferentes realidades. O Congresso tem a responsabilidade de ouvir essas vozes e transformar essas demandas em políticas efetivas. Quando as mulheres avançam, toda a sociedade avança junto — afirmou Dorinha nesta quarta-feira (3).

As parlamentares informam que o grupo articula ações com o poder público, o setor privado e a sociedade civil em áreas como combate à violência contra mulheres e meninas, autonomia econômica, inclusão produtiva, saúde, proteção social, sustentabilidade, entre outros. Assim, atua com mobilização social, articulação institucional e formulação de propostas para o aprimoramento de políticas públicas.

O documento que será apresentado ao Senado reúne propostas em eixos temáticos, “com impacto direto na vida das mulheres e no cotidiano da sociedade”. Para as parlamentares, a agenda vai contribuir com o processo legislativo, com o aprimoramento de políticas públicas e com a integração de iniciativas da sociedade civil.

Mulheres na sociedade

As autoras do requerimento explicam que a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil foi subsidiada com análise de proposições em tramitação no Congresso e com as prioridades identificadas nos comitês e núcleos do grupo espalhados pelo país. Um exemplo de projeto que tem apoio do grupo é o PLP 121/2025, que institui a Agenda Transversal das Mulheres na administração pública com o objetivo de eliminar a violência e a discriminação social, política e econômica contra as mulheres. A autora da proposta é a senadora Daniella Ribeiro.

O texto determina que a agenda seja formulada e gerida a partir de revisões de estruturas, processos e políticas para identificar desigualdades de gênero — explícitas ou ocultas — e adoção de medidas para enfrentar suas causas, levando em conta recortes de raça, etnia, idade, orientação sexual e território. Também prevê investimento em transparência digital e estímulo à participação social. 

Outro exemplo que está na lista da agenda é o PLP 41/2026, que cria um sistema nacional de combate à violência contra a mulher e destina R$ 5 bilhões para o combate ao feminicídio. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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