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FICCO/TO desarticula núcleo financeiro de organização criminosa em Palmas

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Palmas/TO. Nessa quarta-feira (28/1), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO), com apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Palmas (DRE/PF/TO) e da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil do Tocantins (DRACCO/PC/TO), deflagrou a Operação Hydra, com o objetivo de desarticular o núcleo financeiro de uma organização criminosa interestadual especializada em lavagem de dinheiro, ocultação de bens e uso de identidades falsas.

Foi cumprido, nesta capital, mandado de prisão preventiva contra suspeito que havia sido colocado em liberdade em dezembro de 2025, em razão da continuidade das práticas criminosas apuradas em novo processo judicial.

Além da prisão preventiva, expedida pela Justiça Estadual Criminal de Palmas/TO, foram cumpridas medidas de sequestro e bloqueio de bens, incluindo um imóvel de alto padrão, veículos e contas bancárias com movimentações superiores a R$ 13 milhões, bem como a apreensão de documentos e objetos utilizados para dar suporte financeiro às atividades da organização criminosa.

Os fatos investigados abrangem os crimes de organização criminosa, lavagem de capitais e uso de documento falso, cujas penas somadas chegam a 24 anos de reclusão.

A FICCO/TO é composta pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal do Estado do Tocantins, atuando de forma integrada no enfrentamento às organizações criminosas, por meio de ações conjuntas de investigação, prevenção e repressão qualificada.

Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova porte de arma para agentes de fiscalização ambiental

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para agentes de fiscalização ambiental que atuam em ações externas de fiscalização, inspeção, vistoria ou apuração de infrações ambientais.

A proposta altera o Estatuto do Desarmamento para incluir a categoria entre as que podem portar arma. O objetivo é garantir a segurança dos agentes que atuam em biomas vulneráveis, como a Amazônia e o Pantanal, onde a fiscalização ambiental enfrenta redes de criminalidade e violência armada.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), que fez ajustes de redação no Projeto de Lei 5911/25, do deputado Marcos Pollon (PL-MS).

Fraga destacou que ataques contra equipes de fiscalização são frequentes e já resultaram em mortes. “O projeto de lei é mais que meritório, sendo medida adequada, necessária, razoável e urgente”, afirmou o relator, ao citar casos de emboscadas contra agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Amazonas.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli



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