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FICCO/Ilhéus participa de operação contra crime organizado em oito estados do país

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Ilhéus/BA. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Ilhéus (FICCO/Ilhéus) participou da Operação Petrus, na última quinta-feira (20/2), com o objetivo desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados ao crime organizado.

Com um efetivo de cerca de 400 servidores, a operação cumpriu mandados de prisão e de busca domiciliar, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Itabuna/BA. Além da Bahia, os mandados foram executados no Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e Paraná.

Durante as investigações, identificou-se que a organização criminosa movimentou aproximadamente R$ 80 milhões em contas bancárias de seus integrantes. Esses valores são provenientes de atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de drogas e armas de fogo.

As diligências também apontaram que o grupo atuava de forma estruturada, com ramificações na Bahia e em outros estados, sendo responsável pela distribuição de drogas e armas, além de lavagem de dinheiro para encobrir os lucros das atividades criminosas.

A FICCO/Ilhéus é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: cs.srba@pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal



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PSD injeta R$ 4,5 milhões na campanha de Natasha; Pivetta recebe R$ 1 milhão do fundão e Wellington segue com R$ 4,8 milhões

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A disputa pelo Governo de Mato Grosso ganhou novos números financeiros. A candidata Natasha Slhessarenko (PSD) recebeu R$ 4,5 milhões do diretório nacional do partido para reforçar sua campanha, tornando-se uma das principais apostas da legenda na corrida pelo Palácio Paiaguás. Além dos recursos partidários, a médica declarou outros R$ 52 mil em autofinanciamento.

O principal adversário na disputa, o governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), recebeu R$ 1 milhão do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o chamado fundão eleitoral. Somados aos R$ 500 mil investidos pelo próprio candidato e às doações de apoiadores, a campanha de Pivetta acumula, até o momento, cerca de R$ 1,7 milhão em receitas.

Entre os doadores da campanha do governador estão Osmar Ribeiro Mello e Adecrescio Pedro de Aguiar, que contribuíram com R$ 100 mil cada. O ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Marino Franz, também aparece entre os apoiadores, com uma doação de R$ 50 mil.

Já o senador Wellington Fagundes (PL) segue com o maior volume total de recursos declarados entre os candidatos ao Governo. A Executiva Nacional do PL destinou R$ 4,8 milhões para sua campanha, enquanto o diretório estadual repassou outros R$ 240 mil. Com outras receitas, Wellington já soma aproximadamente R$ 5,4 milhões em recursos disponíveis.

Os números mostram que a disputa pelo Palácio Paiaguás também começa a ganhar força no campo financeiro. Enquanto o PSD fez um aporte milionário para turbinar a campanha de Natasha, Wellington mantém o maior caixa entre os concorrentes e Pivetta, mesmo com um volume menor de recursos declarados até agora, recebeu R$ 1 milhão do fundão para reforçar a busca pela reeleição.

O limite de gastos estabelecido para cada candidato ao Governo de Mato Grosso no primeiro turno é de R$ 7,1 milhões.



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