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FICCO/BA e FICCO/Ilhéus prendem homem ao receber encomenda postal contendo drogas e munições

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Ilhéus/BA. Nessa segunda-feira (9/2), as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado na Bahia e em Ilhéus (FICCO/BA e FICCO/Ilhéus), em ação conjunta com a 6ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Itabuna) da Polícia Civil da Bahia, realizaram a prisão em flagrante de um homem pelos crimes de tráfico de drogas, de porte ilegal de munição e de corrupção de menores, em Itabuna/BA.

A ação foi deflagrada após as forças de segurança identificarem a chegada de uma encomenda suspeita na agência central dos Correios de Itabuna. O homem foi flagrado ao retirar uma caixa contendo nove tabletes de maconha (aproximadamente 7,4 kg) e 25 munições calibre .32.

Durante a investigação, os policiais localizaram, no imóvel do suspeito, 109 frascos de “Black Lança” (substância conhecida como loló). Também foram apreendidas porções de crack e de cocaína, uma balança de precisão, embalagens plásticas e tubos utilizados para o acondicionamento de drogas destinadas à venda.

No momento da prisão, o homem estava acompanhado de sua companheira, uma adolescente de 17 anos, que utilizou o documento de identidade original da irmã para retirar a encomenda ilícita.

O suspeito segue detido e à disposição da Justiça. Já a adolescente foi apresentada à autoridade policial para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e, posteriormente, encaminhada ao responsável legal.

A FICCO/Ilhéus é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Rodoviária Federal, pela Polícia Militar, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal da Bahia e pela Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
Contato: (71) 3319-6002

E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Ilde Taques e Alex Rodrigues são alvos de operação do Gaeco sobre eleição da Câmara de VG

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O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta terça-feira (20), a Operação Cathedra Venalis, que investiga suspeitas de corrupção relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Várzea Grande. A ação tem como alvos 15 vereadores, sendo 13 do município e dois de Cuiabá.

Na Capital, os parlamentares investigados são Ilde Taques e Alex Rodriges. As diligências foram autorizadas judicialmente e incluem o cumprimento de 30 mandados de busca e apreensão nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães.

De acordo com as informações divulgadas pelo portal Olhar Direto, a investigação busca reunir provas sobre a possível atuação de um grupo organizado para obter vantagens indevidas, cooptar agentes públicos e praticar atos de corrupção e outras irregularidades com impacto na administração pública municipal.

A operação mobiliza mais de 200 policiais e conta com o apoio de diferentes unidades especializadas da Polícia Militar, entre elas o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), as Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), a Cavalaria e o Batalhão de Proteção Ambiental.

Eleição da Mesa Diretora

A investigação está relacionada à disputa pela presidência da Câmara de Várzea Grande. Em maio, Wanderley Cerqueira (MDB) foi eleito para comandar o Legislativo no biênio 2027/2028, após sua chapa receber 12 votos, contra 11 da composição encabeçada por Lucas do Chapéu do Sol (PL).

A votação foi posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação do pleito. A decisão acrescentou um novo capítulo à disputa política pelo comando da Casa.

Em Cuiabá, um dos alvos da operação, Ilde Taques, foi eleito presidente da Câmara Municipal em 6 de outubro. Ele recebeu os votos dos 27 vereadores em uma eleição com chapa única para o biênio 2027/2028.

O nome da operação, Cathedra Venalis, expressão em latim que pode ser traduzida como “cadeira venal” ou “cargo negociado”, faz referência ao objeto da investigação.

As buscas têm como objetivo aprofundar a apuração e reunir elementos de prova. A inclusão dos parlamentares entre os alvos não significa comprovação de culpa, e as responsabilidades individuais deverão ser esclarecidas no decorrer do procedimento.



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