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FICCO/BA e FICCO/AL alcançam líder de facção que atuava no sudoeste baiano

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Salvador/BA. No sábado (31/1), as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado na Bahia – FICCO/BA – e em Alagoas – FICCO/AL deflagraram a Operação Pau D’Arco, em uma ação conjunta com a 9ª COORPIN/PCBA, com a CIPE Central/PMBA e com o BOPE/PMAL. O objetivo foi o cumprimento de mandados judiciais contra integrantes de uma facção criminosa que atua no sudoeste baiano: dois mandados de prisão e de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal do município de Ibirataia/BA, em desfavor de criminosos ligados a uma facção responsável por tráfico de drogas, por homicídios e por outros delitos na região.

As investigações identificaram que a liderança do grupo criminoso encontrava-se escondida na cidade de Flexeiras, de onde ordenava homicídios e comandava o tráfico de drogas na Bahia. Ele é o principal suspeito de decretar o homicídio de uma jovem de 22 anos, ocorrido em 17 de janeiro deste ano, fato que gerou forte repercussão em todo o estado.

Os alvos estavam escondidos em zona rural de difícil aproximação das equipes policiais. Diante da complexidade do terreno e da necessidade de uma progressão silenciosa, foi acionada uma equipe do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Alagoas – BOPE/PMAL, que adentrou pela mata até o ponto de acesso – que permitiu a chegada das equipes ao local e possibilitou o cumprimento dos mandados. Durante a ação, as equipes localizaram o líder e mais dois integrantes do grupo criminoso.

Os três indivíduos confrontaram as forças policiais com disparos de arma de fogo. Os criminosos foram atingidos durante a troca de tiros, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Todo o procedimento decorrente da intervenção policial foi formalizado na Polícia Civil de Alagoas.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 



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