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Cancelado debate sobre situação operacional e segurança do Aeroporto Internacional de São Luís

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados cancelou a audiência pública que faria nesta terça-feira (14) para discutir a situação operacional e a segurança do Aeroporto Internacional de São Luís (MA).

A reunião ainda não foi remarcada.

O debate havia sido pedido pelo deputado Márcio Honaiser (PDT-MA). Ele afirma que, além de esclarecer as condições de operação e infraestrutura do terminal, o objetivo é avaliar impactos das intervenções em curso e buscar melhorias na gestão aeroportuária.

Márcio Honaiser acrescenta que o aeroporto é estratégico para a integração regional, o desenvolvimento econômico, o turismo e o transporte de cargas no Maranhão.

Problemas
Segundo o parlamentar, no entanto, o terminal enfrenta problemas como:

  • atrasos e cancelamentos de voos;
  • dificuldades operacionais, especialmente em situações de baixa visibilidade; e
  • demora nas obras de melhoria da pista de pouso e decolagem.

Da Redação – MO



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Comissão aprova restrição para homens condenados por agredir mulheres em academias

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe homens condenados por agressão contra mulheres em academias de se matricular ou frequentar esses locais enquanto durar a pena.

Hoje, a legislação não restringe os ambientes que o condenado pode frequentar, exceto quando há medida protetiva.

Pela proposta, a condenação por crime contra mulher em academia passa a impedir automaticamente a matrícula e a frequência do agressor em qualquer estabelecimento similar.

Foi aprovada a versão da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), ao Projeto de Lei 3801/23, do deputado Jeferson Rodrigues (PSDB-GO), e ao substitutivo da Comissão do Esporte. A relatora alterou os textos para incluir a proibição diretamente no Código Penal, em vez de criar uma lei.

Ainda de acordo com a proposta aprovada, a academia deverá rescindir o contrato de prestação de serviços firmado com aluno que tenha praticado violência contra a
mulher em suas dependências, sem qualquer ônus para o estabelecimento.

Proteção e prevenção
Segundo Flávia Morais, o projeto cumpre relevante função preventiva, ao coibir a reincidência da violência contra a mulher em academias esportivas.

“Tal medida não se limita a punir condutas passadas, mas também busca evitar a repetição de episódios que atentem contra a integridade feminina”, reforçou.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcelo Oliveira



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