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Câmara aprova projeto que institui o Dia Nacional da Mulher Rural
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A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui o Dia Nacional da Mulher Rural, a ser comemorado todo dia 15 de outubro. A proposta será enviada ao Senado.
De autoria da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), o Projeto de Lei 2805/25 foi aprovado com parecer favorável da relatora, deputada Roberta Roma (PL-BA).
Segundo a autora, neste dia já é celebrado o Dia Internacional da Mulher Rural, efeméride criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1995 com o objetivo de “destacar o papel fundamental desempenhado pelas mulheres rurais nos sistemas de alimentação de todo o planeta”.
Para a relatora, deputada Roberta Roma, a mulher rural, seja produtora, empresária ou trabalhadora, é fundamental para que a comida chegue ao prato das famílias brasileiras. “Detentoras dos valores da população do campo, as mulheres rurais assumem papel agregador, tanto na família como na vida comunitária. Representam as mãos que produzem, o coração que integra e a sabedoria que guarda as tradições, mantém o legado e se abre às inovações”, disse.
Mulher no campo
Coronel Fernanda afirma que é preciso aprimorar o acesso da mulher à terra, aos recursos financeiros e aos programas de proteção social. “Nos últimos anos, são crescentes as iniciativas que envolvem a inserção e a maior atuação das mulheres no agro, mas os desafios ainda são muitos”, disse.
“A problemática inicia-se nas relações de gênero e perpassa o cerne do processo produtivo. A única estatística em que as mulheres lideram é a referente ao trabalho não remunerado: 30,7% de mulheres labutam sem expectativa de ganho monetário, contra 11,1% de homens na mesma situação”, afirmou a autora do projeto.
Os dados vêm do Anuário das Mulheres Brasileiras, publicado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 2011, segundo o qual, dos 27,1% de empregos permanentes da agropecuária, somente 5,1% são ocupados por mulheres.
Debate em Plenário
A deputada Heloísa Helena (Rede-RJ) afirmou que a proposta reconhece as mulheres que estão no campo, “muitas vezes em situação de dor e sofrimento”, em particular na agricultura familiar, na pequena produção ou como trabalhadora no setor rural.
O deputado Helder Salomão (ES), vice-líder do PT, lembrou que as mulheres camponesas e da agricultura familiar organizam a maior marcha da América Latina, a Marcha das Margaridas. “Marcha que promove grande mobilização em Brasília e traz pautas importantes para o fortalecimento da agricultura familiar”, disse.
Porém, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) disse que a valorização deve ser feita com políticas públicas concretas, e não “com homenagens vazias”.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli
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Vacinação contra a influenza chega às escolas para ampliar proteção dos estudantes
Além das ações de conscientização, a equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa também aproveitou a presença dos estudantes na escola para levar a vacinação contra a influenza. A ação foi realizada nos dois períodos, atendendo os alunos do Colégio Estadual Elmaz Gattas que tinham autorização dos pais ou responsáveis para receber a vacina.
Ao todo, foram administradas mais de 170 doses da vacina contra a influenza, facilitando o acesso dos adolescentes à imunização e aproximando ainda mais a unidade de saúde da comunidade escolar.
Para o gerente da unidade, Emerson Duarte, ações como essa são importantes não apenas para ampliar a cobertura vacinal, mas também para fortalecer o vínculo entre a saúde e a escola.
“A vacinação é uma forma de prevenção e proteção. Quando conseguimos levar esse serviço para dentro da escola, facilitamos o acesso dos alunos e também aproximamos a equipe de saúde da comunidade escolar. É um trabalho que ajuda a cuidar dos nossos jovens e de toda a comunidade”, destacou.
E, apesar de ser um procedimento rápido, a aplicação da vacina também rendeu momentos de descontração. Alguns alunos chegaram ansiosos e até com medo da agulha. O nervosismo acabou virando motivo de brincadeiras e risadas entre os colegas e a equipe, deixando o ambiente mais leve.
Entre uma brincadeira e outra, os estudantes encararam a tão temida picadinha e saíram imunizados.
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