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Comissão aprova projeto que limita responsabilidade civil de práticos em acidentes de navegação

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece limites para a responsabilidade civil de práticos por danos em acidentes marítimos. O texto altera a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), para o Projeto de Lei 1275/21, do deputado licenciado Carlos Bezerra (MT). O novo texto passa a prever que o profissional não responda diretamente por acidentes de navegação, mas possa sofrer ação de regresso em casos específicos, como erros ou omissões no exercício da profissão.

“O mais usual, nos outros países, é limitar a responsabilidade civil do prático, para que ele possa responder por danos até determinado valor, compatível com a realidade econômica da atividade e com sua capacidade de pagamento”, disse Tavares, que aproveitou os argumentos do relator que o antecedeu, deputado Carlos Chiodini (MDB-SC).

Pela proposta, se um erro isolado do prático for a causa determinante do acidente, quem pagou a indenização (geralmente o armador ou seguradora) poderá cobrar o ressarcimento do profissional. No entanto, esse valor será limitado a um teto a ser definido pelo Poder Executivo, somado ao preço cobrado pelo serviço de praticagem no momento do incidente.

O substitutivo também isenta as associações de praticagem de qualquer responsabilidade solidária ou subsidiária pelos danos causados por seus associados.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub



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Vacinação contra a influenza chega às escolas para ampliar proteção dos estudantes

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Além das ações de conscientização, a equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa também aproveitou a presença dos estudantes na escola para levar a vacinação contra a influenza. A ação foi realizada nos dois períodos, atendendo os alunos do Colégio Estadual Elmaz Gattas que tinham autorização dos pais ou responsáveis para receber a vacina.

Ao todo, foram administradas mais de 170 doses da vacina contra a influenza, facilitando o acesso dos adolescentes à imunização e aproximando ainda mais a unidade de saúde da comunidade escolar.

Para o gerente da unidade, Emerson Duarte, ações como essa são importantes não apenas para ampliar a cobertura vacinal, mas também para fortalecer o vínculo entre a saúde e a escola.

“A vacinação é uma forma de prevenção e proteção. Quando conseguimos levar esse serviço para dentro da escola, facilitamos o acesso dos alunos e também aproximamos a equipe de saúde da comunidade escolar. É um trabalho que ajuda a cuidar dos nossos jovens e de toda a comunidade”, destacou.

E, apesar de ser um procedimento rápido, a aplicação da vacina também rendeu momentos de descontração. Alguns alunos chegaram ansiosos e até com medo da agulha. O nervosismo acabou virando motivo de brincadeiras e risadas entre os colegas e a equipe, deixando o ambiente mais leve.

Entre uma brincadeira e outra, os estudantes encararam a tão temida picadinha e saíram imunizados.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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