Horário de Brasília

TSE unifica horário de votação nas eleições de 2022

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Nesta terça-feira (14) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a resolução que unifica o horário de votação nas eleições de 2022. Todos os Estados deverão seguir o horário de Brasília, e não o horário local.

De acordo com a resolução, a votação será realizada das 8h às 17h seguindo horário de Brasília, e dessa forma, ela será das 7h às 16h em Mato Grosso, Amazonas, Rondônia, Roraima e no Mato Grosso do Sul, onde o fuso é uma hora a menos em relação à Capital Federal.

No estado do Acre, que o fuso horário é duas horas a menos que o de Brasília, o pleito começará às 6h e terminará às 15h. Em Fernando de Noronha, que está uma hora à frente, a votação será das 9h às 18h.

TSE também aprovou mais três resoluções, sendo que uma delas libera o impulsionamento de conteúdo político na internet durante o período de pré-campanha; outra que cria procedimentos para pedidos de direito de resposta e sobre fiscalização das contas de partidos que vão se unir em federações.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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