MINIMIZAR PREJUIZO SOCIAL

Botelho e Pivetta reúnem com 15 prefeitos para analisar impactos das chuvas

Os prefeitos buscam soluções emergenciais para os impactos das chuvas que vêm afetando diversas cidades do Estado

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Política

Foto: Vanderson Ferraz

Na manhã desta quinta-feira (16), a Câmara Municipal de Nortelândia sediou uma reunião do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Alto do Rio Paraguai. Estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho, o vice-governador Otaviano Pivetta, deputados estaduais e o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin. O objetivo foi ouvir as demandas dos 15 municípios integrantes do consórcio.

Os prefeitos buscam soluções emergenciais para os impactos das chuvas que vêm afetando diversas cidades do Estado. Durante a reunião, foram debatidas medidas coordenadas com a Defesa Civil e outras ações para minimizar os prejuízos sociais, apoiar as famílias atingidas e recuperar as estradas e a infraestrutura danificada.

“Estamos aqui para ouvir os prefeitos e garantir ações rápidas e eficientes, atendendo às necessidades das famílias afetadas pelas enchentes. E vamos começar imediatamente as parcerias que forem necessárias para a gente mitigar os problemas que aconteceram”, destacou o vice-governador Otaviano Pivetta, que também abriu espaço para discutir o desenvolvimento da região.

A sugestão do governo de atender em caráter emergencial as demandas das prefeituras neste momento crítico foi considerada importante pelo presidente da ALMT . “A atitude de Pivetta de vir até aqui ouvir os prefeitos é louvável, e a Assembleia Legislativa está aqui com a AMM para somar forças”, afirmou o deputado Eduardo Botelho.

Nova diretoria

Outro ponto central da reunião foi a eleição da nova diretoria do consórcio, que deverá ser presidida pelo prefeito de Nova Marilândia, Jefferson Souto. O consórcio é uma ferramenta essencial para promover o desenvolvimento regional e fortalecer a articulação entre os municípios.

Prefeituras envolvidas

Os 15 municípios que compõem o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Alto do Rio Paraguai são: Nova Maringá, São José do Rio Claro, Nobres, Diamantino, Alto Paraguai, Nortelândia, Arenápolis, Nova Marilândia, Santo Afonso, Denise, Nova Olímpia, Barra do Bugres, Porto Estrela, Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis.

 

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Advogado aciona Justiça contra Pivetta e pede conclusão de promoções de coronéis da PM

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Ação popular questiona decisão do Governo de Mato Grosso de não efetivar promoções previstas para 5 de setembro e pede medida liminar para obrigar Estado a dar andamento ao procedimento
O advogado Marco Antonio Souza e Silva ingressou com uma ação popular, com pedido de tutela liminar, contra o Estado de Mato Grosso e o governador Otaviano Pivetta, questionando a não conclusão das promoções de oficiais ao posto de coronel da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), previstas para o dia 5 de setembro de 2026.
Na ação, protocolada na Vara Especializada de Ações Coletivas da Comarca de Cuiabá, o advogado sustenta que a legislação estadual estabelece os dias 21 de abril e 5 de setembro de cada ano para a realização das promoções na Polícia Militar. Segundo o documento, havia cinco vagas para coronel e 15 tenentes-coronéis habilitados, mas as promoções não foram efetivadas na data prevista.
A ação ganhou força após declarações atribuídas ao governador Otaviano Pivetta. Conforme consta na petição, ao ser questionado publicamente sobre o assunto no dia 7 de setembro, Pivetta afirmou que ainda estava analisando a questão, que a promoção dos novos coronéis “não é prioridade” e que “às vezes não nomear é governar”.
Para Marco Antonio, a discussão não busca fazer com que o Poder Judiciário escolha quais oficiais devem ser promovidos. A tese apresentada é de que uma eventual margem de escolha do governador entre os militares habilitados não permitiria ao chefe do Executivo simplesmente deixar de concluir o procedimento previsto em lei.
A petição sustenta ainda que a paralisação pode atingir princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade, moralidade e finalidade administrativa. O advogado argumenta que, caso exista algum impedimento técnico ou jurídico para as promoções, a razão deveria ser formalmente apresentada pela administração estadual.
Liminar pede explicações em 48 horas
Entre os pedidos apresentados à Justiça, Marco Antonio requer que o Estado entregue, no prazo de 48 horas, a íntegra do processo administrativo relacionado às promoções, incluindo a relação de vagas e habilitados, classificações, pontuações, atas da Comissão de Promoção de Oficiais, documentos enviados ao governador, pareceres jurídicos e eventuais ordens de adiamento.
O advogado também pede que Pivetta e o Estado sejam obrigados a apresentar, em até cinco dias úteis, os fundamentos jurídicos concretos que levaram à não conclusão das promoções. Além disso, solicita que a Justiça determine a continuidade e conclusão do procedimento em prazo a ser estabelecido judicialmente.
A ação também levanta a possibilidade de apuração de eventual desvio de finalidade eleitoral, caso documentos ou comunicações internas demonstrem que a postergação das promoções ocorreu por razões eleitorais ou por finalidade estranha às regras da carreira militar. A própria petição ressalva, porém, que essa hipótese não é apresentada como fato comprovado neste momento.
No mérito, o autor pede que seja reconhecida a ilegalidade da paralisação do procedimento após 5 de setembro caso não exista causa jurídica considerada idônea e que o Estado seja obrigado a concluir o processo por meio de decisão formal e fundamentada.
A ação foi assinada por Marco Antonio Souza e Silva, que atua em causa própria, e é datada de 8 de setembro de 2026.

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