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Polícia Civil realiza operação para apurar assassinato e ocultação de cadáver em Rondonópolis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis (DHPP/ROO), deflagrou na manhã desta quinta-feira (6.3), a Operação Dejanira, visando dar cumprimento a quatro ordens de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária em Alto Garças e Rondonópolis (365 e 220 km de Cuiabá respectivamente).

A operação apura a morte de Diogo Alves Pereira, 33 anos, assassinado em novembro de 2023, em Rondonópolis, quando foi levado até uma região conhecida como Escondidinho, onde passou por um “Tribunal do Crime”, foi “julgado” e morto por integrantes de uma facção criminosa.

Os alvos da operação desta quinta-feira responderão pelos crimes de homicídio, organização criminosa e ocultação de cadáver, visto que o corpo de Diogo não foi localizado até o momento.

Os presos na operação foram encaminhados à Penitenciaria Major Eldo de Sá, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário. A operação contou com o apoio da Delegacia de Alto Garças.

Operação Dejanira

O nome da operação, Dejanira, tem origem na mitologia grega, na história de Traquínias, de Sófocles, onde Dejanira, esposa de Héracles (Hércules), tenta recuperar o amor do marido, que se apaixonou por outra mulher. Ela envia a Héracles uma túnica embebida no sangue do centauro Nesso, acreditando que isso o fará amá-la novamente. No entanto, o sangue é venenoso e causa a morte agonizante de Héracles.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Deputado defende investimentos em infraestrutura sem novos custos para a população

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) manifestou preocupação com a possibilidade de implantação de pedágio nas rodovias MT-060 e MT-451, entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé. Para o parlamentar, a medida representa um impacto negativo para os moradores, agricultores familiares e para o setor do turismo, uma das principais atividades econômicas da região.

A proposta faz parte da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026 e previa a concessão de aproximadamente 125 quilômetros das rodovias à iniciativa privada, o que abriria caminho para uma futura cobrança de pedágio. Após a reação de parlamentares e da população, o Governo do Estado suspendeu o andamento da proposta e cancelou a audiência pública que discutiria o tema.

Juca destacou que a região é formada, em sua maioria, por pequenos produtores rurais, que dependem das rodovias para escoar a produção e acessar serviços essenciais.

“Não podemos aceitar que mais esse custo seja colocado nas costas da população. Quem vive e trabalha nessa região precisa de estradas de qualidade, mas sem ser penalizado com pedágio. É preciso pensar no desenvolvimento e na realidade de quem produz e movimenta a economia local”, afirmou.

O parlamentar também ressaltou a importância do turismo para o Pantanal e defendeu que o Estado priorize investimentos em infraestrutura sem criar obstáculos para quem vive ou visita a região.

“Nossa Senhora do Livramento e Poconé são portas de entrada para o Pantanal. O turismo gera emprego e renda, e qualquer medida que dificulte o acesso pode trazer prejuízos para toda a cadeia econômica. Vamos continuar acompanhando essa discussão e defendendo os interesses da população”, concluiu.

Além de impactar diretamente os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a proposta também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.



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