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Polícia Civil prende homem flagrado por aliciar menor a entrar em carro e passar a mão nas partes íntimas dele, em Várzea Grande

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 35 anos, pelo crime de estupro de vulnerável, em Várzea Grande. Ele vinha sendo investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande (DEDMCI/VG), após ser flagrado por câmeras de segurança como o condutor de um veículo em que a menor, de 10 anos, teria sofrido a violência sexual.

A prisão ocorreu nesta sexta-feira (13.2), em decorrência de cumprimento de mandado de prisão preventiva, decretada pela 1ª Vara de Violência Doméstica de Várzea Grande, na DEDMCI/VG. Após os procedimentos legais cabíveis junto à unidade policial, ele foi colocado à disposição da Justiça.

Do crime

O crime teria ocorrido nas imediações da escola pública em que a menor estuda, no bairro Nova Fronteira, em 4 de fevereiro de 2026. Dois dias depois, a mãe da vítima procurou a DEDMCI/VG para registrar o fato.

Conforme relato, no trajeto até sua escola, a menor teria sido abordada pelo suspeito, que teria oferecido uma carona. Ao entrar no veículo, ele teria tocado nas pernas da criança, constrangendo a tocar nas partes íntimas dele. Após a consumação do ato libidinoso, o suspeito teria deixado a criança em outro ponto, nas proximidades da escola.

Da investigação

Logo após ser acionada, a Polícia Civil instaurou inquérito policial para identificar e prender o suspeito.

A partir de então, foram iniciadas diligências investigativas, que culminaram na identificação do suspeito. Ele seria proprietário do veículo flagrado pelas câmeras de segurança existentes nas imediações do local dos fatos.

Diante dos elementos colhidos durante a investigação, a delegada DEDMCI/VG, Paula Gomes Araújo, representou pela prisão preventiva do investigado, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário, com o objetivo de resguardar a ordem pública, bem como proteger a integridade física e psicológica da vítima.

Da alegação

O investigado alega que apenas teria dado carona à vítima e que ela teria se assustado. Em razão disso, teria a deixado nas imediações da escola.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Deputado defende investimentos em infraestrutura sem novos custos para a população

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) manifestou preocupação com a possibilidade de implantação de pedágio nas rodovias MT-060 e MT-451, entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé. Para o parlamentar, a medida representa um impacto negativo para os moradores, agricultores familiares e para o setor do turismo, uma das principais atividades econômicas da região.

A proposta faz parte da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026 e previa a concessão de aproximadamente 125 quilômetros das rodovias à iniciativa privada, o que abriria caminho para uma futura cobrança de pedágio. Após a reação de parlamentares e da população, o Governo do Estado suspendeu o andamento da proposta e cancelou a audiência pública que discutiria o tema.

Juca destacou que a região é formada, em sua maioria, por pequenos produtores rurais, que dependem das rodovias para escoar a produção e acessar serviços essenciais.

“Não podemos aceitar que mais esse custo seja colocado nas costas da população. Quem vive e trabalha nessa região precisa de estradas de qualidade, mas sem ser penalizado com pedágio. É preciso pensar no desenvolvimento e na realidade de quem produz e movimenta a economia local”, afirmou.

O parlamentar também ressaltou a importância do turismo para o Pantanal e defendeu que o Estado priorize investimentos em infraestrutura sem criar obstáculos para quem vive ou visita a região.

“Nossa Senhora do Livramento e Poconé são portas de entrada para o Pantanal. O turismo gera emprego e renda, e qualquer medida que dificulte o acesso pode trazer prejuízos para toda a cadeia econômica. Vamos continuar acompanhando essa discussão e defendendo os interesses da população”, concluiu.

Além de impactar diretamente os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a proposta também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.



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