OPERAÇÃO ECLIPSE

LÍDER DE FACÇÃO CRIMINOSA É PRESO PELA POLÍCIA CIVIL EM CONFRESA

O suspeito estava com mandado de prisão em aberto e era considerado foragido, sendo procurado há mais de dois anos

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Foto: Polícia Civil-MT

Na quinta-feira (09) a Polícia Civil prendeu lider de uma facção criminosa, a prisão se deu por conta da operação Eclipse deflagrada com base em investigações da Delegacia de Água Boa, e teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, após ser localizado pela equipe de investigadores da Delegacia de Confresa.

O nome da operação simboliza o objetivo do trabalho, que é encobrir e neutralizar a atuação criminosa, impedindo que o tráfico de drogas continue a prejudicar a segurança e a saúde pública.

As investigações apontam que durante o período em que esteve foragido, o investigado liderava toda organização da facção dentro da cidade de Água Boa, sendo o responsável pelo envio de drogas para pontos de venda, bem como a escolha das funções de cada membro dentro do grupo.

“No período em que esteve foragido o investigado fez toda a gestão da facção à distância e se dedicava diuturnamente aos trabalhos da organização criminosa”, disse o delegado responsável pelas investigações, Matheus Soares Augusto.

O suspeito, apontado como uma das lideranças do tráfico de drogas na região de Água Boa, estava com mandado de prisão em aberto e era considerado foragido, sendo procurado há mais de dois anos.

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Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.

O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.

As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.

Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.

Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.

Nome da operação

O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.

Operação Pharus

A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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