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Polícia Federal investiga crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Tocantins

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (14/2) a “Operação Guardião do Futuro II”, com o objetivo de combater crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio do armazenamento, produção e compartilhamento de conteúdo sexual infantojuvenil na internet, em Palmas/TO.

As investigações tiveram início com a identificação material produzido e disponibilizado em rede social.

Foi cumprido mandado de busca e apreensão e apreendidos objetos de interesse das investigações.

O responsável pelos crimes poderá responder pelo delito de divulgação pela internet de conteúdo sexual infantil, posse e produção de materiais de mesma natureza

O nome da operação se refere ao trabalho da Polícia Federal na proteção e resguardo das crianças e adolescentes.

Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantis
Contato: (63) 3236-5494 // 99101-1391
E-mail: [email protected] 

 

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub



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