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PF recebe investimento de R$ 20 milhões para combate a crimes minerários em Minas Gerais

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Ipatinga/MG. O Ministério de Minas Energia anunciou, nesta quinta-feira (5/2), um aporte de aproximadamente R$ 20 milhões destinados ao fortalecimento das ações de repressão e investigação de ilícitos minerários, conduzidas pela Polícia Federal em Minas Gerais. Os recursos são provenientes do Acordo Judicial de Reparação decorrente do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana/MG, e visam intensificar o combate a organizações criminosas e à extração ilegal de minérios.

A execução do projeto será coordenada pela Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais, com foco operacional na própria Superintendência e nas Delegacias de Governador Valadares, Ipatinga e Juiz de Fora. Essas unidades atuam em cerca de 200 municípios da Bacia do Rio Doce, abrangendo uma população de 3,1 milhões de habitantes, incluindo comunidades ribeirinhas e territórios vulneráveis, que sofreram diretamente com o rompimento da barragem.

Os investimentos serão aplicados em três frentes estratégicas para modernizar a atuação da PF na região:

• Mobilidade e Comunicação: Aquisição de viaturas especializadas, veículos blindados, guincho caracterizado e modernização da rede de comunicação crítica (sistema TETRA).

• Tecnologia e Inteligência: Uso intensivo de drones, sensoriamento remoto, inteligência geoespacial e computadores de alta performance para análise de dados.

• Capacidade Pericial: Reforço técnico em geologia, engenharia de minas e avaliação de danos ambientais para qualificar a materialidade das investigações.

Com esse incremento, estima-se um aumento de 30% na capacidade operacional da Polícia Federal no enfrentamento a crimes minerários na região do Vale do Rio Doce, além de uma ampliação de 30% na cobertura geoespacial fiscalizada e um incremento de 25% nas operações preventivas e repressivas contra a mineração ilegal.

O objetivo da medida é garantir a responsabilização penal e o desmantelamento de estruturas criminosas de maneira eficiente, atuando de forma complementar às ações regulatórias e preventivas dos órgãos de fiscalização, assegurando maior efetividade na proteção do patrimônio mineral da União e na preservação do meio ambiente.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
Contato: (31) 3168-6342
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissão de Fiscalização reforça controle das contas públicas

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No primeiro semestre de 2026, a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) analisou 67 proposições, realizou 11 reuniões e promoveu quatro audiências públicas.

A CFAEO exerce papel estratégico no processo legislativo, especialmente na análise de proposições relacionadas às finanças públicas, arrecadação, despesas, dívida pública, contratos e instrumentos de planejamento do estado.

Entre as 67 proposições encaminhadas à comissão no primeiro semestre estão 39 projetos de lei; 11 emendas a projetos de lei; nove substitutivos integrais; seis projetos de lei complementares; e dois projetos de resolução.

Além da análise das proposições, a comissão realizou 11 reuniões, sendo uma de instalação e posse dos membros, uma ordinária e nove extraordinárias, para apreciação de matérias, análise de pareceres, deliberação sobre proposições e acompanhamento de demandas relacionadas à execução orçamentária e financeira de Mato Grosso.

A atuação da comissão também foi marcada pela realização de quatro audiências públicas, destinadas à apresentação das metas fiscais pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e das metas físicas e do Relatório Anual de Gestão (RAG) referente ao segundo exercício do Plano Plurianual (PPA) 2024/2027 pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

As audiências públicas integram os mecanismos de transparência da ALMT e permitem que informações sobre receitas, despesas, metas e resultados sejam apresentadas e debatidas com a sociedade.

Audiência pública para apresentação das metas físicas referentes ao 2º semestre de 2025, realizada em maio.

Audiência pública para apresentação das metas físicas referentes ao 2º semestre de 2025, realizada em maio.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O relatório registra ainda a aprovação de quatro Leis Ordinárias, uma Lei Complementar e duas Resoluções. Entre as normas de destaque, está a Lei nº 13.346/2026, que autoriza o Poder Executivo a conceder financiamento à Associação dos Camelôs do Shopping Popular.

Outro resultado relevante foi a Lei nº 13.467/2026, que alterou a legislação do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal de Mato Grosso (FEEF/MT) e prorrogou a vigência em caráter transitório. Conforme destacado no relatório, a medida contribui para assegurar a continuidade da destinação de recursos à saúde pública até o início da vigência da Reforma Tributária Nacional.

A comissão também concentrou esforços para melhorias à área social. O relatório destaca a derrubada do Veto Total nº 32/2026, aposto ao projeto que concede isenção da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN) à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em Mato Grosso (Lei nº 13.491/2026).

Além da análise de proposições, a CFAEO acompanhou as contas públicas, os instrumentos de planejamento e a execução orçamentária de Mato Grosso. “Tivemos mais um semestre bastante produtivo. Para o segundo semestre, temos as audiências públicas das peças orçamentárias, tanto da LDO quanto da LOA, e também das Metas Físicas e Metas Fiscais, conforme cronograma de audiência pública da Assembleia”, disse o consultor do Núcleo Econômico, Ricardo Araújo de Andrade.

Para o calendário do segundo semestre, já estão previstas as seguintes atividades:

24/09 – Audiência pública de apresentação das Metas Fiscais – Sefaz, referente ao 2º quadrimestre de 2026, às 14h.

15/10 – Audiência pública de apresentação das Metas Físicas – Seplag, referente ao 1º semestre de 2026, às 9h e às 14h.

12/11 – Lei Orçamentária Anual, às 14h.

Fonte: ALMT – MT



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