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PF localiza foragido da Justiça no Amapá com apoio das forças de segurança do Estado

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Macapá/AP. Na manhã desta terça-feira (3/2), a Polícia Federal localizou, no município de Santana/AP, um homem que estava foragido do sistema prisional do estado do Ceará desde 2023. A ação foi resultado de trabalho integrado de inteligência e de cooperação entre a PF, o 4º Batalhão da Polícia Militar do Amapá e a Polícia Civil, reforçando a importância da atuação conjunta das forças de segurança pública no enfrentamento à criminalidade na região.

O indivíduo havia sido preso anteriormente no Ceará pelo crime de roubo, mas conseguiu escapar da unidade prisional, passando a figurar como foragido da Justiça. Após diligências e levantamentos de informações, a PF encontrou o indivíduo e acionou a equipe do 4º Batalhão mais próxima da região em que ele se encontrava, no município de Santana/AP.

No momento da abordagem, o foragido apresentou documentos falsos, com o objetivo de dificultar sua identificação e furtar-se da aplicação da lei penal. Diante da suspeita, ele foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal, onde foi submetido à perícia papiloscópica, que confirmou sua verdadeira identidade e o uso de documento ideologicamente falso.

Após a confirmação, o homem foi conduzido ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (CIOSP), onde a Polícia Civil adotou os procedimentos legais de praxe, permanecendo o custodiado à disposição do Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Somente no mês de janeiro, 14 pessoas foram localizadas e encaminhadas ao sistema prisional.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Contato: (96) 3213-7503
[email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

Fonte: ALMT – MT



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