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PF cumpre mandados contra rede especializada em falsificação de papel moeda em Minas Gerais

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Belo Horizonte/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (24/2), uma operação para reprimir a introdução e circulação de moeda falsa em Minas Gerais. A ação contou com o apoio da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT).

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, expedidos por juízos federais das respectivas regiões, nas cidades mineiras de Congonhas, Contagem, Sabará, Betim, Ouro Preto e Senhora dos Remédios.

As investigações apuram o envio de cédulas falsas de real por meio dos Correios. Durante o trabalho policial, foram interceptadas encomendas postais destinadas a pessoas residentes em diferentes municípios mineiros, o que permitiu avançar nas apurações e identificar os suspeitos.

As buscas realizadas nesta data visam apreender elementos de prova que contribuam para a completa elucidação dos fatos. Os investigados poderão responder, conforme suas responsabilidades, pelo crime de moeda falsa, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão, além de multa. No total foram arrecadadas 66 notas falsificadas, totalizando R$ 5.500,00, 2 aparelhos celulares e realizada uma prisão em flagrante.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
Tels: (31) 3168-6341/42
E-maill: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub



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