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FICCO/SE desarticula esquema de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro

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Aracaju/SE – Nesta quinta-feira (12/2), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) deflagrou a Operação Fictus, com o objetivo de desarticular um esquema de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.

Durante a ação, foram cumpridos seis mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Goiás, Alagoas e Sergipe. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Garantias do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ/SE). Os presos foram conduzidos à Superintendência Regional da Polícia Federal em Sergipe, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.

Foram apreendidos aproximadamente 50 kg de maconha e papelotes contendo outra substância entorpecente ainda sob análise pericial, além de um veículo que seria utilizado nas atividades criminosas.

A investigação teve início no ano passado, após apreensões de drogas realizadas nos estados de Goiás e no Distrito Federal.

A operação contou com o apoio do Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (DENARC/PC/SE), do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (GOPE), do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e da CIPcães/PMSE, unidade especializada da Polícia Militar que atua com o emprego de cães farejadores em ações de detecção de entorpecentes.

A FICCO/SE é composta por integrantes da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), atuando de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado.

Comunicação da Polícia Federal em Sergipe
Contato: (79) 79 98124-8401 / (79) 3234-8502
E-mail: [email protected]
@pfsergipe

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova punição para quem divulgar desafios perigosos para crianças na internet

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1699/25, que tipifica como crime a promoção ou divulgação de jogos ou desafios perigosos voltados a crianças e adolescentes na internet. A proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A pena prevista é reclusão de 2 a 6 anos e multa. A sanção será aumentada de metade se da conduta resultar lesão corporal de natureza grave. Se resultar em morte, a pena será reclusão de 6 a 20 anos, sem prejuízo das penas correspondentes à violência.

O autor do projeto, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), destacou que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos nocivos tem resultado em tragédias, como as mortes relacionadas ao desafio do desodorante, no qual crianças e adolescentes são incentivados a inalar o gás de desodorantes aerossóis pelo maior tempo possível.

Ao apresentar a proposta, Ribeiro afirmou que, embora o Código Penal já puna o induzimento ao suicídio, a legislação brasileira ainda carece de normas específicas para punir quem facilita o acesso de crianças a conteúdos perigosos.

A relatora na comissão, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), disse que a medida poderá fechar lacunas na punição de práticas digitais prejudiciais. “A liberdade de atuação nas redes não pode servir de escudo para a indução de situações que coloquem em perigo o desenvolvimento e a própria saúde de crianças e adolescentes”, declarou.

Alteração
Laura Carneiro alterou o projeto para retirar um item que tratava especificamente da remoção de conteúdos pelas plataformas.

Ela esclareceu que a retirada dessas publicações já está prevista no ECA Digital, que entrou em vigor recentemente (Veja infográfico abaixo).

Próximos passos
O projeto já foi aprovado também pela Comissão de Comunicação e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionado pela Presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Geórgia Moraes



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