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FICCO/MG, FICCO/GO, PCMG e PMGO prendem casal envolvido em crimes financeiros e fraudulentos

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Uberaba/MG. Um casal de empresários, acusado de diversos crimes como fraudes contra as relações de consumo, estelionato, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, foi preso nessa quinta-feira (27/2) em Goiânia/GO, em uma ação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG), juntamente com a FICCO/GO, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Polícia Militar de Goiás (PMGO).

O casal é investigado por fraudes cometidas por meio de uma empresa de móveis planejados. O balanço preliminar aponta a existência de ao menos 24 boletins de ocorrência registrados por vítimas somente na região do Triângulo Mineiro.

Estavam foragidos desde o dia 20/2, quando a Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou uma operação para cumprir 3 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão contra os responsáveis pela empresa. Desde o dia 10/2 a empresa em Uberaba/MG está fechada e o imóvel onde funcionava foi colocado para locação. Esse fato gerou a preocupação de diversos clientes que aguardavam a entrega de produtos já pagos, mas que nunca foram entregues.

As práticas criminosas causaram um prejuízo estimado de pelo menos 20 milhões de reais.

A FICCO/MG, coordenada pela Polícia Federal (PF), é composta pelas Polícias Militar (PMMG), Civil (PCMG) e Penal (PPMG). A ação reafirma o compromisso das forças de Segurança Pública no combate ao crime organizado e na execução das decisões judiciais em todo o estado.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
e-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6341 / 6342 / 6343

Fonte: Polícia Federal



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Seif critica ação do Ibama e do Ministério Público contra pescadores em SC

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O senador Jorge Seif (PL-SC), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (28), criticou a demolição de estruturas usadas por pescadores artesanais na praia de Naufragados, em Florianópolis. Segundo o parlamentar, a ação — determinada pela Justiça Federal, com participação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Ministério Público Federal — afetou diretamente famílias que dependem da pesca para subsistência.

Seif afirmou que as construções demolidas eram utilizadas há décadas por comunidades tradicionais. Ele destacou o impacto da medida sobre a atividade pesqueira, especialmente no período que antecede a safra da tainha.

— Na véspera [da pesca] da tainha, foram lá o Ibama, a União, o Ministério Público Federal e destruíram todas as estruturas praticamente centenárias em Naufragados. É importante deixar claro que não eram construções irregulares, genéricas; eram ranchos de pesca, não eram invasões. Eram décadas de uso daqueles espaços para pesca de subsistência, estruturas essenciais para guardar redes, abrigar canoas, organizar a atividade e garantir a sobrevivência dessas famílias — afirmou.

O senador destacou que, além da pesca artesanal, a região contava com um modelo de turismo de base comunitária, com estruturas simples que atendiam visitantes e geravam renda para as famílias locais.

— Além disso, ali também existia um modelo legítimo de turismo, de base comunitária, com estrutura simples, energia solar e apoio aos visitantes. Isso gerava renda e mantinha a comunidade viva. A demolição dessas estruturas não destruiu apenas construções: desorganizou uma cadeia produtiva inteira, fragilizou a economia local e criou riscos sociais, inclusive de segurança, para quem frequentava a região — disse.



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