Mato Grosso

Polícia Militar recupera dois veículos roubados e prende três pessoas por receptação

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Equipes da Força Tática do 2º Comando Regional e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) recuperaram dois veículos roubados, nesta segunda-feira (24.2), em Várzea Grande. Os automóveis foram localizados em duas ações registradas pelas equipes. Três pessoas foram presas em flagrante por receptação.

Na primeira ocorrência registrada, a equipe da Força Tática realizava patrulhamento na região do Cristo Rei e recebeu informações do setor de inteligência da Rotam sobre uma caminhonete Hilux branca que estava transitando pelas imediações e seria suspeita de ser produto de furto ou roubo.

Os policiais fizeram abordagem a um veículo com as mesmas características informadas, e constataram que as placas da caminhonete estavam adulteradas. Além disso, foi identificada uma queixa de furto, registrada em 2023, em Cuiabá.

Um homem de 24 anos, que conduzia o carro, recebeu voz de prisão e foi conduzido até a Central de Flagrantes para demais providências cabíveis. Com ele, a PM também apreendeu a quantia de R$ 1,5 mil em dinheiro.

Na segunda ocorrência, por volta de 21h, uma equipe da Rotam se deslocou até o bairro Jardim Glória após receber denúncias sobre um veículo Polo branco roubado que estava transitando pela região.

Os militares fizeram abordagem ao carro, ocupado por um homem e uma mulher. Questionados sobre o veículo, os suspeitos confessaram que o carro teria sido usado em um roubo horas antes, na cidade. Os criminosos levaram os policiais até o suposto local onde os produtos levados no crime estariam escondidos, mas nada foi encontrado.

Em verificação ao automóvel, foi constatado queixa de roubo, registrada em janeiro deste ano. Os policiais também identificaram que os suspeitos somam 13 passagens criminais por roubo, tráfico de drogas, entre outros.

Diante da situação, eles receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes da cidade.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT



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Mato Grosso

Capacitação aborda atuação da Psicologia e do Serviço Social no enfrentamento à violência doméstica

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Duas mulheres palestram à frente de uma plateia sentada. À esquerda, uma delas fala ao microfone diante de uma tela de projeção; ao lado, outra observa em frente a um banner da CEMULHER.A atuação integrada da Psicologia e do Serviço Social no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher foi debatida em capacitação realizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na tarde desta quinta-feira (16). A atividade teve como público-alvo integrantes das equipes multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Promovido por meio da Escola do Servidor e da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), o encontro reúne, entre os dias 15 e 17 de julho, assistentes sociais, psicólogos, profissionais de saúde e da área jurídica para discutir formas de qualificar o atendimento à mulher em situação de violência.

A palestra foi conduzida pela assistente social Bruna Woinorvski de Miranda e pela psicóloga Maristela Sobral Cortinhas, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). As palestrantes abordaram questões como as raízes históricas e sociais da violência contra a mulher e passaram orientações sobre a elaboração de estudos, laudos, relatórios, pareceres, declarações e outros documentos produzidos pelas equipes multidisciplinares.

Mulher de óculos e vestido estampado fala ao microfone, segurando um passador de slides. Ela palestra diante de uma plateia, cujas cabeças aparecem desfocadas em primeiro plano. Fundo branco.Ao tratar da contribuição do Serviço Social, Bruna Woinorvski destacou a importância de uma atuação articulada entre diferentes instituições e políticas públicas. Segundo ela, compreender as múltiplas formas de manifestação da violência é fundamental para identificar situações de risco, acolher as mulheres de forma humanizada e garantir a efetivação dos direitos previstos em lei.

“As expressões de violência contra a mulher acabam se manifestando de diversas formas no contexto doméstico e familiar, nas relações íntimas de afeto. E esse é o maior desafio profissional. É preciso acompanhar essas formas de expressões, estar preparado para identificá-las, e assim acolher e fazer um atendimento humanizado às mulheres que necessitam”, apontou.

Mulher de óculos e cabelos grisalhos longos fala ao microfone. Ela veste camisa branca com bordados no ombro e colar claro. Ao fundo, um banner vermelho onde se lê A psicóloga Maristela Sobral ressaltou que a violência doméstica exige um olhar amplo e sensível por parte dos profissionais. Durante a palestra, ela explicou como a psicologia atua na avaliação das situações vividas pelas mulheres, na elaboração de documentos técnicos e na articulação com a rede de proteção, considerando também aspectos sociais, culturais, econômicos e familiares que influenciam cada caso.

“Abordamos, na verdade, toda a complexidade desse tema, que é a violência doméstica e familiar contra a mulher. Precisamos compreender o que fez a mulher denunciar, solicitar medida protetiva, o que faz ela pedir a revogação da medida e até mesmo a situação daquela mulher que está em um contexto de violência, mas não denuncia”, explicou a psicóloga.

Para as especialistas, momentos de formação como esse fortalecem a atuação das equipes multidisciplinares e contribuem para a troca de experiências entre profissionais que enfrentam desafios semelhantes. A iniciativa busca aprimorar o atendimento prestado às mulheres, crianças e famílias impactadas pela violência doméstica.

“A atuação das equipes multidisciplinares demanda esse conhecimento constante, não só das expressões da violência, mas dos contextos técnicos e normativos também. Eles mudam constantemente. Então, momentos de formação como esses são essenciais para que as equipes se sintam mais capacitadas para abordar essas situações”, completou Bruna Woinorvski.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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