TRÁFICO DE ENTORPECENTES
MP recorre e pede prisão preventiva de homem flagrado com 46kg de droga
O promotor acrescentou ainda que o crime foi cometido pelo lucro fácil e que a colocação em liberdade do caminhoneiro é um descrédito à justiça uma vez que, embora tecnicamente primário, ele já celebrou, há pouco tempo, acordo de não persecução penal que prevê o não cometimento de outros crimes.
Judiciário
A 1ª Promotoria de Justiça de Alto Garças (a 357km de Cuiabá) interpôs recurso em sentido estrito contra decisão proferida em audiência de custódia que colocou um caminhoneiro em liberdade após ser preso em flagrante com 46,82kg de drogas e 30 comprimidos de nobésio (rebite). O homem foi preso no dia 14 de janeiro, na rodovia BR-364, após ter o veículo inspecionado pela Polícia Rodoviária Federal.
O motorista aparentava estar nervoso, o que chamou a atenção dos policiais. Eles então utilizaram um cão para detecção de entorpecentes, que indicou a presença de droga na parte de trás da cabine do veículo. Foram encontrados aproximadamente 10,4kg de substância análoga à pasta base de cocaína, 15,87kg de substância análoga à cloridrato de cocaína e 20,55kg de substância análoga à skunk; e duas cartelas de nobésio.
Durante a abordagem policial, o homem revelou que receberia R$ 5 mil pelo transporte do material ilícito de Rondonópolis a (MT) a Rio Verde (GO). Na audiência de custódia realizada em 15 de janeiro, o juízo homologou o flagrante e, contrariamente à manifestação ministerial, aplicou medidas cautelares diversas da prisão em favor do caminhoneiro.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) recorreu da decisão sob o argumento de que a prisão é imperiosa para a manutenção da ordem pública, de maneira a evitar que o agente solto volte a delinquir. Além disso, destacou que a colocação de tornozeleira eletrônica no presente caso é medida insuficiente ante a gravidade do crime cometido, seja pela alta reprovabilidade social seja pelo grande risco causado à saúde pública.
“A bem da verdade, à luz do quadro fático que a nós se apresenta, resulta claro que a liberdade do acusado ameaça a ordem pública e pode estimular a prática de novas infrações penais, além de gerar e brotar a odiosa sensação de impunidade no meio social, ante a repercussão extremamente negativa do crime nesta comunidade interiorana”, argumentou o promotor de Justiça Thiago Marcelo Francisco dos Santos.
O promotor acrescentou ainda que o crime foi cometido pelo lucro fácil e que a colocação em liberdade do caminhoneiro é um descrédito à justiça uma vez que, embora tecnicamente primário, ele já celebrou, há pouco tempo, acordo de não persecução penal que prevê o não cometimento de outros crimes.
ANA LUÍZA ANACHE
Judiciário
MPMT adere à Campanha Nacional de Carnaval 2025
A campanha é mobilizada pelo Comitê Nacional Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, do Governo Federal
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional (CAO) da Infância e Juventude, aderiu à Campanha Nacional de Proteção a Crianças e Adolescentes no Carnaval “Pule, Brinque e Cuide! Unidos pela proteção de crianças e adolescentes”. A iniciativa será lançada oficialmente no dia 11 de fevereiro, tendo foco no enfrentamento da violência sexual e exploração infantil, combate ao trabalho infantil, prevenção ao consumo de álcool por menores, notificação de desaparecimentos e incentivo à vacinação durante as festividades carnavalescas.
A campanha é mobilizada pelo Comitê Nacional Interinstitucional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, do Governo Federal, e conta com apoio da Comissão Permanente da Infância e Juventude (Copeij) do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), vinculado ao Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG).

Campanha de Combate à Exploração Sexual Foto: Secom VG
“O Ministério Público apoia essa iniciativa e conclama toda a sociedade mato-grossense a se engajar também, pois todos somos responsáveis pela infância e juventude. Se presenciar ameaça ou violação de direitos de crianças e adolescentes, denuncie, faça sua parte. Vamos unir esforços por uma folia segura e responsável”, solicita o promotor de Justiça Nilton César Padovan, coordenador do CAO da Infância e Juventude.
Como denunciar – Ao presenciar qualquer violação de direitos de crianças e adolescentes, denuncie:
– Disque 100 ou Disque Denúncia local;
ANA LUÍZA ANACHE
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