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Prêmio para projetos no serviço público tem inscrições até 1º de junho

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Vai até 1º de junho o prazo para servidores públicos de todo o país para se inscreverem na 8ª edição do Prêmio Espírito Público

A iniciativa reconhece projetos com impacto na melhoria dos serviços ofertados à população. A inscrição deve ser feita com projetos já implementados. 

Podem participar profissionais que atuam em instituições da administração pública direta ou indireta, incluindo autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista, além de órgãos da União, estados ou municípios. 

É preciso ter pelo menos cinco anos de experiência no serviço público. 

As propostas podem ser individuais ou em grupo e precisam se enquadrar em uma das sete categorias: 

  • desenvolvimento social;
  • educação;
  • gestão de pessoas;
  • gestão e transformação digital;
  • meio ambiente e emergência climática;
  • segurança;
  • saúde.

De acordo com o edital, os projetos vencedores recebem R$ 12 mil.

Visibilidade

Organizado pela República.org, o prêmio busca dar visibilidade ao trabalho de servidores que, na prática, contribuem para melhorar o funcionamento do Estado e a qualidade dos serviços prestados.



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Ministro da Fazenda critica Rondônia por não aderir à redução do ICMS

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou a decisão de Rondônia de não aderir à proposta do governo federal de reduzir o ICMS que incide sobre o diesel, medida temporária pensada para conter, no Brasil, a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

Segundo ele, a recusa tem motivação política e não técnica, uma vez que a maior parte dos estados — inclusive governados por opositores — aceitou a proposta para amenizar o impacto do aumento dos preços sobre a população.

“É lamentável que a gente tenha questões políticas orientando essa decisão neste momento em que estamos fazendo um esforço nacional em benefício da população”, disse Durigan nesta quarta-feira (6) durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação.

As razões para essa decisão do governo de Rondônia são “estritamente políticas”. “Se fossem razões técnicas, os outros 26 estados também apontariam essa questão”, disse o ministro.

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Durigan ressaltou que, por depender fortemente do transporte rodoviário, Rondônia tende a sentir mais intensamente os efeitos da alta dos combustíveis e, por isso, a não adesão prejudica o próprio estado.

“Estados com governadores de oposição, que têm uma série de discussões duras conosco no Congresso Nacional, aderiram porque sentiram essa demanda”, disse o ministro.

“É muito lamentável que, por razões políticas, o governo do estado não tenha aderido”, acrescentou. Rondônia é governado pelo policial militar Coronel Marcos Rocha, que, no início do ano trocou de partidos, saindo do União Brasil para se filiar ao PSD.

Durigan afirmou ainda que levará o caso ao presidente Lula, para eventual avaliação de medidas alternativas em benefício da população local.

 



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