Economia
Prefeitura reforça poda de árvores durante período chuvoso em Várzea Grande
Economia
Serviço de zeladoria urbana é intensificado para prevenir acidentes e garantir segurança nas vias públicas
A Prefeitura de Várzea Grande intensificou, nesta semana, os serviços de poda de árvores em diversos pontos do município como medida preventiva durante o período chuvoso. As equipes estão atuando na Avenida Ary Paes Barreto, Alameda Júlio Müller, bairro Capão Grande, Jardim Paulista, entre outras localidades, durante toda esta semana (23 a 27).
A ação integra os serviços contínuos de limpeza e zeladoria urbana, mas ganha reforço nesta época do ano devido ao aumento dos riscos provocados pelas chuvas. Com o solo encharcado e a incidência de ventos mais fortes, árvores e galhos se tornam mais suscetíveis às quedas, podendo causar acidentes, danos à rede elétrica e obstrução de vias.
Além da prevenção, o serviço contribui para a melhoria da visibilidade no trânsito e maior segurança para motoristas e pedestres, especialmente em regiões com grande circulação.
A coordenadora da Subprefeitura do Grande Cristo Rei, Ana Paula, destacou o caráter preventivo da ação. “Estamos intensificando esse trabalho justamente para reduzir riscos à população. A poda adequada evita quedas de galhos e garante mais segurança, principalmente em períodos de chuvas mais intensas”, afirmou.
O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, reforçou que o serviço segue um planejamento técnico. “As equipes atuam de forma programada, priorizando áreas críticas e com maior fluxo de pessoas. Esse é um trabalho contínuo, que se torna ainda mais essencial durante o período chuvoso”, pontuou.
A prefeitura orienta que a população não realize podas por conta própria e utilize os canais oficiais para solicitar o serviço. A medida evita acidentes e garante que o manejo seja feito de forma correta e segura.
A intensificação da poda faz parte do conjunto de ações de manutenção urbana, que incluem limpeza, retirada de entulhos e conservação dos espaços públicos.
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Economia
Governo define setores que podem acessar crédito de R$ 15 bilhões
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) os setores econômicos que terão prioridade no acesso ao crédito de R$ 15 bilhões criado para atenuar os impactos da guerra no Oriente Médio e das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos (EUA).

A medida também apoia segmentos considerados estratégicos, que têm déficit na balança comercial, como indústria farmacêutica e tecnologia da informação. Os detalhes foram apresentados pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.
O novo plano de socorro, anunciado no mês passado será operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é uma segunda etapa do Programa Brasil Soberano, lançado em meados de 2025, destinado, à época, para as empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço dos EUA.
As tarifas de 50% impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, acabaram sendo derrubadas por uma decisão da Suprema Corte do país, em outubro do ano passado. Elas acabaram sendo fixadas em 15% para todos os países que vendem aos EUA.
“São R$ 15 bilhões para apoiar quem foi afetado pelo tarifaço americano, quem está tendo dificuldade para exportar para o Golfo Pérsico e aqueles setores estratégicos, especialmente aqueles que têm um déficit na balança comercial. Saúde, TI, químico, são os setores que têm um déficit maior na balança comercial”, ressaltou Alckmin.
A abertura das linhas será possível após o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter aprovado, também nesta quinta-feira, resolução que definiu as condições para a oferta do crédito.
Quem tem direito
Três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme a Portaria Interministerial publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
No primeiro segmento, estão as empresas exportadoras de bem industriais e seus fornecedores afetados pelas medidas tarifárias impostas dos Estados Unidos, cujo faturamento bruto com exportações representou 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025.
As empresas mais atingidas são as da indústria do aço, cobre e alumínio, que pagam 50% de tarifas extras, e os setores de peças automotivas e de alguns tipos de móveis, que pagam taxa de 25% para vender aos norte-americanos.
No segundo grupo, foram incluídas as empresas de setores considerados estratégicos, pela relevância de uso de tecnologia e impacto da modernização produtiva do país, como os ramo têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, máquinas e equipamentos eletrônicos e de informática, além de borracha e minerais críticos.
No terceiro grupo, o governo incluiu as empresas exportadoras e seus fornecedores para os países da região do Golfo Pérsico, no Oriente Médio. O grupo inclui empresas brasileiras que vendem para Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã, cujo faturamento bruto com exportações represente 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025.
Taxas e prazos
As linhas de crédito são para financiar capital de giro; capital de giro destinado à produção para exportação; aquisição de bem de capital; e investimentos para ampliação da capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção, adaptação de atividade produtiva, e em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.
As taxas variam de 0,94% ao mês, para investimentos, até 1,28%, para capital de giro, no caso das contratações diretas com o BNDES.
Nas contratações indiretas, com outras instituições financeiras, essas taxas variam de 1,06% a 1,41%. As carências variam de 1 ano a 4 anos (investimentos), com prazos de 5 a 20 anos para quitação.
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