Economia
AL aprova RGA de 5,4%; aumento será pago já em janeiro
Economia
Por unanimidade, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou o projeto do Executivo que prevê uma recomposição salarial de 5,40% aos servidores públicos do Estado. A folha de janeiro já deve ser paga com o reajuste salarial.
Inicialmente, o Governo encaminhou o índice de 4,26%, conforme cálculo do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Todavia, diante da mobilização de servidores, deputados da base se reuniram com o Governo e chegaram a um consenso de ampliar o índice.
Na tarde de hoje, foi definido o índice de 5,4%. “Em sete anos do governo, pela primeira vez, fruto do trabalho da Assembleia Legislativa, junto com os nossos servidores, nós vamos ter uma reposição acima da inflação”, relatou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), um dos principais articuladores do novo índice.
Os sindicalistas também entenderam como uma “vitória provisória” um aumento acima da inflação. O desejo inicial era de negociações que chegassem ao índice de 19,52%, considerando perdas de anos em que o Estado enfrentou crise financeira e a pandemia da Covid19.
“Satisfeito a gente não está nunca. Mas houve um avanço, mesmo que mínimo, e temos que ter bom senso. A luta vai continuar e estamos na busca e outras soluções que sejam viáveis ao servidor”, afirmou Carmem Machado, presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso.
Com o consentimento dos servidores, os deputados de oposição descartaram pedir vistas e a proposta foi votada ainda nesta quarta.
Economia
Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2
A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (17) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Pagamento unificado
Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).
Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Regra de proteção
Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.
Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.
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