Cidades
Secretaria de Serviços Públicos integra força-tarefa para solucionar problemas de abastecimento de água
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Além das medidas imediatas, estão sendo planejadas ações contínuas, especialmente para limpeza e iluminação das unidades pertencentes ao DAE. “Não pode ser um serviço realizado apenas uma vez no ano”
O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana de Várzea Grande, Gerson Ronei Scarton Júnior, está acompanhando de perto os esforços para resolver o problema de abastecimento de água em Várzea Grande. A ação conta com o apoio de diversas pastas e é liderado pela prefeita Flávia Moretti (PL).
O gestor destacou que, na última sexta-feira (07), a secretaria foi acionada para integrar uma força-tarefa em apoio ao Departamento de Água e Esgoto (DAE). Desde então, as equipes da pasta estão auxiliando a autarquia com serviços de limpeza nas estações de tratamento, de captação e poços, além de seus arredores.
“Para que a ação fique mais fácil, o acesso e a segurança desses pontos foram melhorados. No decorrer da semana, ampliamos o trabalho para melhorar a iluminação nesses locais e até mesmo instalar câmeras de monitoramento para aumentar a segurança”, comentou o secretário.
Além das medidas imediatas, estão sendo planejadas ações contínuas, especialmente para limpeza das unidades pertencentes ao DAE. A pedido da prefeita, o secretário também está monitorando a situação junto ao diretor-presidente do DAE, Sandro Azambuja, para colaborar sempre que necessário. “No longo prazo, estamos contribuindo com a manutenção, porque você ir ali e instalar iluminação ou fazer uma limpeza hoje resolve, mas sabemos que isso precisa ser constante, não é uma vez só no ano. Temos que trabalhar isso juntamente com o DAE. Vamos trabalhar o ano todo nesse apoio”, pontuou Gerson.
O secretário ressaltou que o trabalho em conjunto está alinhado com as diretrizes da prefeita Flávia Moretti, que mobilizou todas as pastas para solucionar o problema, herdado de gestões anteriores. “Independentemente da pasta ou do serviço, todos os secretários e o diretor-presidente do DAE formam um time. Todos temos de colaborar. Isso é essencial para trazer um resultado positivo para a população”, completou o gestor.
Cidades
Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes
Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.
Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.
A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.
“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.
Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.
A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”
Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.
“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.
Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.
“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.
Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.
“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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