Cidades
Prefeitura faz reunião integrada para garantir andamento de convênios
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A Prefeitura de Cuiabá, por determinação do prefeito Abilio Brunini, realizou nesta terça-feira (18) uma reunião integrada entre secretarias para discutir o andamento de convênios, garantindo que os recursos destinados a obras e melhorias na capital sejam devidamente utilizados.
A reunião contou com a participação do secretário de Governo, Ananias Filho, e do secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Willian Campos, além de engenheiros e técnicos das secretarias municipais. O objetivo foi alinhar estratégias para destravar processos que envolvem convênios firmados com a Caixa Econômica Federal e outras fontes de financiamento.
Entre os projetos em discussão estão ações voltadas para pavimentação asfáltica, drenagem, construção de moradias populares, construção de espaços de esporte, construção de centros comunitários, implementação de saneamento básico integrado e revitalização de pontos turísticos da capital.
“A importância é fazermos o alinhamento de todos os projetos que estão com a Caixa Econômica Federal para buscarmos eficácia na resolutividade dos problemas. O prefeito Abilio determinou que não se perca nenhum tipo de recurso, seja ele do Governo Federal ou estadual, por falta de planejamento e gestão. Então, estamos aqui cumprindo essa ordem e trabalhando para garantir a execução das obras”, destacou o secretário Ananias Filho.
O secretário de Habitação e Regularização Fundiária, William Campos, enfatizou o papel dos técnicos e engenheiros no acompanhamento dos convênios, garantindo que os processos não fiquem paralisados.
“Fizemos um levantamento técnico envolvendo engenheiros, arquitetos e gestores de convênios. Estamos lidando com diversos recursos já em execução pela Caixa Econômica, e esses profissionais têm a missão de identificar os obstáculos e destravar os processos. Na área de habitação, por exemplo, há 50 casas em andamento, e designamos engenheiros para acompanhar de perto os trâmites e evitar a perda desses recursos”, explicou Willian Campos.
#PraCegoVer
A imagem retrata uma reunião entre o secretário de Governo, Ananias Filho, o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Willian Campos, além de técnicos e engenheiros da Prefeitura de Cuiabá. Eles estão sentados ao redor de uma mesa redonda de madeira, em um ambiente iluminado. No centro da mesa, há documentos e materiais de trabalho. O fundo da sala é verde.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cidades
Cuiabá tem a segunda menor alíquota fixa de IPTU entre as capitais e figura entre as mais competitivas do país
Cuiabá ocupa a segunda posição entre as capitais brasileiras que adotam a menor alíquota fixa predial de IPTU, com percentual de 0,40%, ficando atrás apenas de Rio Branco (0,25%). O modelo garante previsibilidade ao contribuinte, evita escaladas automáticas do imposto e mantém a cidade também entre as dez menores alíquotas iniciais do país, considerando todas as 27 capitais.
Além da alíquota reduzida, o município adota mecanismos de proteção e programas de desconto que ampliam o alívio tributário, mesmo diante da atualização da base de cálculo.
Ranking das capitais com alíquota fixa
Apenas seis das 27 capitais brasileiras adotam alíquota única, que não varia conforme a utilização ou valor venal do imóvel. Nesse grupo, Cuiabá aparece em segundo lugar no ranking nacional.
Ranking das capitais com alíquota predial fixa:
1. Rio Branco – 0,25%
2. Cuiabá – 0,40%
3. Porto Velho – 0,50%
4. Maceió – 1,00%
5. Manaus – 1,00%
6. Campo Grande – 1,00%
Nesse modelo, reformas, melhorias no imóvel ou valorização do bairro não alteram o percentual cobrado. O contribuinte paga a mesma alíquota, independentemente da faixa de valor do imóvel, o que protege principalmente famílias que investem na própria residência.
Comparação com todas as capitais coloca cuiabá no top 10
Ao ampliar a comparação para as 27 capitais brasileiras, considerando apenas a alíquota mínima praticada, Cuiabá figura na décima posição entre as menores taxas iniciais do país.
Essa comparação, no entanto, exige cautela. A maioria das capitais adota alíquotas progressivas, que começam em percentuais menores, mas aumentam significativamente conforme o valor venal do imóvel. Na prática, imóveis de médio e alto padrão nessas cidades acabam pagando alíquotas muito superiores às de Cuiabá.
Em Salvador, por exemplo, a alíquota varia de 0,10% a 1,5%, uma multiplicação de 15 vezes. Curitiba vai de 0,20% a 1,80%. Palmas varia de 0,30% a 2,0%. Teresina e Goiânia também apresentam variações superiores a seis vezes.
Nos grandes centros urbanos, a carga tributária inicial já parte de patamares mais elevados. O Rio de Janeiro cobra de 1,0% a 2,5%, São Paulo de 1,0% a 1,5% e Belo Horizonte de 0,6% a 1,6%.
Mesmo quando consideradas apenas as alíquotas mínimas, Cuiabá permanece no Top 10 nacional, com a vantagem de não aplicar progressividade, o que evita aumentos automáticos ao longo do tempo e previsibilidade.
Teto de reajuste amplia a proteção ao contribuinte
O Decreto nº 11.665/2025 estabelece que nenhum imóvel terá aumento superior a 20% no IPTU de 2026, em relação ao valor pago em 2025. Quando o cálculo técnico indicar reajuste maior, o sistema aplica automaticamente desconto para adequar o valor ao teto.
Parte dos imóveis terá reajustes inferiores ao limite, outros permanecerão estáveis e alguns poderão registrar redução, conforme características e localização.
Para manter o desconto do teto, o imposto deve ser quitado integralmente até 31 de dezembro de 2026. Em caso de inadimplência, o benefício é perdido. Os boletos serão emitidos exclusivamente em formato digital, com liberação prevista a partir de março.
Descontos adicionais podem reduzir significativamente o imposto
Além do teto, o contribuinte pode acumular outros benefícios.
No programa de incentivo à emissão de Nota Fiscal de Serviços (Nota Cuiabana), os créditos são calculados sobre o ISS efetivamente recolhido.
Os créditos podem abater até 30% do valor do IPTU, inclusive em imóvel que não esteja no nome do titular do CPF.
Já o IPTU Sustentável concede desconto direto no imposto para imóveis que adotam práticas ambientais. Cada medida comprovada garante redução de 2,5%, podendo chegar a até 25% de abatimento.
Atualização da base corrige defasagem histórica
A atualização da Planta Genérica de Valores encerra defasagem acumulada desde 2010, período em que Cuiabá passou por forte valorização imobiliária, expansão urbana e investimentos em infraestrutura, especialmente após a Copa do Mundo de 2014.
A revisão atende determinação do Tribunal de Contas do Estado, conforme a Resolução Normativa nº 31/2012, e foi construída por comissão técnica com participação da Procuradoria-Geral do Município, secretarias municipais e entidades representativas.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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