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Polícia Civil cumpre mandados de busca em operação para apurar homicídios em Alto Paraguai

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (20.5), a Operação Contra Ataque, para cumprir ordens judiciais dentro de investigações relacionadas a uma tentativa de homicídio ocorrida no mês passado, no município de Alto Paraguai.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar, decretados pela Vara Criminal de Diamantino, após representação da Polícia Civil.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Diamantino, iniciaram no dia 26 de abril, após a vítima, de 29 anos, ser alvejada por disparos de arma de fogo feitos por integrantes de uma facção criminosa.

A vítima estava em casa quando os suspeitos chegaram em duas motocicletas, bateram na porta e efetuaram os disparos. Ela foi atingida na mão e conseguiu correr para os fundos do imóvel, onde ficou escondida até a chegada das equipes policiais.

Segundo as investigações, os criminosos armaram uma emboscada para a vítima, que teve a morte decretada pelo grupo criminoso em razão de suposta participação em outro homicídio, ao ter auxiliado uma facção rival.

Um suspeito de participação na tentativa de homicídio foi preso e segue detido em razão de mandado de prisão temporária decretado no âmbito das investigações.

Nome da operação

A operação Contra Ataque faz referência à resposta da Polícia Civil às ocorrências de homicídio registradas no último mês em Alto Paraguai, buscando apurar a participação de outros membros da facção.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Deputado defende investimentos em infraestrutura sem novos custos para a população

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) manifestou preocupação com a possibilidade de implantação de pedágio nas rodovias MT-060 e MT-451, entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé. Para o parlamentar, a medida representa um impacto negativo para os moradores, agricultores familiares e para o setor do turismo, uma das principais atividades econômicas da região.

A proposta faz parte da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026 e previa a concessão de aproximadamente 125 quilômetros das rodovias à iniciativa privada, o que abriria caminho para uma futura cobrança de pedágio. Após a reação de parlamentares e da população, o Governo do Estado suspendeu o andamento da proposta e cancelou a audiência pública que discutiria o tema.

Juca destacou que a região é formada, em sua maioria, por pequenos produtores rurais, que dependem das rodovias para escoar a produção e acessar serviços essenciais.

“Não podemos aceitar que mais esse custo seja colocado nas costas da população. Quem vive e trabalha nessa região precisa de estradas de qualidade, mas sem ser penalizado com pedágio. É preciso pensar no desenvolvimento e na realidade de quem produz e movimenta a economia local”, afirmou.

O parlamentar também ressaltou a importância do turismo para o Pantanal e defendeu que o Estado priorize investimentos em infraestrutura sem criar obstáculos para quem vive ou visita a região.

“Nossa Senhora do Livramento e Poconé são portas de entrada para o Pantanal. O turismo gera emprego e renda, e qualquer medida que dificulte o acesso pode trazer prejuízos para toda a cadeia econômica. Vamos continuar acompanhando essa discussão e defendendo os interesses da população”, concluiu.

Além de impactar diretamente os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a proposta também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.



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