Polícia Federal
PF prende cinco brasileiros deportados pelos Estados Unidos ao desembarcarem no aeroporto de Confins/MG
Polícia Federal
Belo Horizonte/MG. Na noite da quinta-feira (5/2), a Polícia Federal prendeu, no Aeroporto Internacional de Confins, quatro homens e uma mulher foragidos da Justiça brasileira. As prisões foram efetuadas após desembarque de um voo de deportados vindos dos Estados Unidos. Três dos quatro homens presos encontram-se na Difusão Vermelha da Interpol, e a mulher tem envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.
O primeiro preso possui mandado de prisão por homicídio qualificado expedido pela Vara Criminal de Sanclerlândia/GO. Já o segundo foi condenado a dois anos de prisão por posse ilegal de arma de fogo e de munição, cujo mandado de prisão foi expedido pela Vara de Execuções Criminais da Comarca de Governador Valadares/MG.
O terceiro preso possui mandado de prisão temporária pelo crime de homicídio, expedido pela Vara Criminal de Cotia/SP, enquanto o quarto possui mandado de prisão definitivo, pelo crime de furto, expedido pela Vara Criminal de Aparecida/SP. A mulher presa possuía mandado de prisão preventiva expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais.
Após a realização dos exames de corpo de delito, os presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.
Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
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(31) 3168-6341/42
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.
O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).
“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.
Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.
Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.
A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.
Fonte: ALMT – MT
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