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PF prende cinco brasileiros deportados pelos Estados Unidos ao desembarcarem no aeroporto de Confins/MG

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Belo Horizonte/MG. Na noite da quinta-feira (5/2), a Polícia Federal prendeu, no Aeroporto Internacional de Confins, quatro homens e uma mulher foragidos da Justiça brasileira. As prisões foram efetuadas após desembarque de um voo de deportados vindos dos Estados Unidos. Três dos quatro homens presos encontram-se na Difusão Vermelha da Interpol, e a mulher tem envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.

O primeiro preso possui mandado de prisão por homicídio qualificado expedido pela Vara Criminal de Sanclerlândia/GO. Já o segundo foi condenado a dois anos de prisão por posse ilegal de arma de fogo e de munição, cujo mandado de prisão foi expedido pela Vara de Execuções Criminais da Comarca de Governador Valadares/MG.

O terceiro preso possui mandado de prisão temporária pelo crime de homicídio, expedido pela Vara Criminal de Cotia/SP, enquanto o quarto possui mandado de prisão definitivo, pelo crime de furto, expedido pela Vara Criminal de Aparecida/SP. A mulher presa possuía mandado de prisão preventiva expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais.

Após a realização dos exames de corpo de delito, os presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
[email protected] | @pfminasgerais
(31) 3168-6341/42

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova penas mais rígidas para exploração de recursos naturais em terras indígenas

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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que endurece as penas para quem explorar matéria-prima em terras tradicionalmente ocupadas por povos indígenas.

O texto altera a lei de crimes contra a ordem econômica e prevê pena de reclusão, de dois a dez anos, e multa para o crime contra o patrimônio da União, em caso de exploração ilegal de matérias-primas em terras indígenas.

O texto aprovado é a versão da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) ao Projeto de Lei 959/22, do ex-deputado Leo de Brito (AC). O projeto inicial aumenta de um a cinco anos de detenção para dois a seis anos.

Segundo Xakriabá, a aprovação representa um avanço no combate à exploração ilegal de recursos em terras indígenas, e também um ato de “justiça histórica e de reafirmação da dignidade da pessoa humana como fundamento da República”, consagrando os povos originários como sujeitos de direitos e aliados indispensáveis na preservação da vida e do meio ambiente.

Xakriabá afirmou que a proteção das terras indígenas guarda relevância estratégica para o Brasil e para o mundo. “Nós, povos originários, desempenhamos papel essencial na preservação ambiental, utilizando conhecimentos ancestrais e práticas sustentáveis que assegurem a integridade de biomas cruciais”, disse, ao defender a defesa dos direitos indígenas como política de enfrentamento da crise climática e da perda de biodiversidade.

Crimes ambientais
A proposta também altera a Lei dos Crimes Ambientais para aplicar a mesma pena (6 meses a 1 ano de detenção) dos que extraem irregularmente recursos minerais para quem:

  • colocar em risco a vida ou saúde de pessoas;
  • causar significativo impacto ambiental;
  • utilizar máquinas ou equipamentos pesados de mineração; ou
  • realizar a atividade mediante ameaça ou com emprego de arma.

Caso o crime seja praticado em terras indígenas, a pena será aumentada até o dobro. Quem financiar esse tipo de ação poderá ter até três anos de detenção.

Próximos passos
O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Geórgia Moraes



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