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Projeto Escola de Música Cuiabana está com inscrições abertas para oficinas de instrumentos de cururu e siriri

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Estão abertas as inscrições para as oficinas gratuitas do projeto Escola de Música Cuiabana, que oferece formação prática e teórica dos instrumentos tradicionais do cururu e do siriri, como viola de cocho, mocho e ganzá. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), via emenda parlamentar. O prazo para inscrição vai até a próxima terça-feira (27.1).

Voltadas a pessoas com idade a partir dos 12 anos, as aulas incluem conteúdos práticos e teóricos, além de orientações sobre a manutenção dos instrumentos, que são confeccionados de forma artesanal. Os instrumentos utilizados durante as aulas serão disponibilizados pelo projeto.

As atividades serão ministradas na sede do CEBI (Centro de Estudos Bíblicos), anexa à Paróquia Sagrada Família, no bairro Carumbé, em Cuiabá. A oficina de mocho e ganzá ocorrerá às sextas-feiras, durante a noite, e a de viola de cocho, aos sábados, pela manhã.

Em sua 2ª edição, após uma temporada em 2025, o projeto é uma iniciativa é da musicista, compositora e musicoterapeuta Josi Crispim. Mais informações pelo instagram @escolademusicacuiabana

As inscrições podem ser feitas até a próxima terça-feira (27.1) por meio de formulário online, de acordo com o instrumento. Confira:

Viola-de-cocho: inscrição aqui

Mocho e ganzá: inscrição aqui

Para confirmar a inscrição, o interessado deve comparecer à aula inaugural, que acontece na terça-feira (27), às 19h, no mesmo local das oficinas. No encontro os participantes receberão todas as informações sobre o projeto, o conteúdo pedagógico, a aplicação prática das aulas, as regras de participação e cronograma das oficinas.

Fonte: Governo MT – MT



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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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