Operação Rota Final

Demitido por fraude, ex-diretor da Ager tenta retornar ao cargo com salário de 25 mil

Suspeito por envolvimento em esquemas de fraudes em licitações, Luis Arnaldo tem entrado com processos na Casa Civil do Estado solicitando o retorno.

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Foto por: Meneguini/Gcom-MT

O ex-diretor da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager), não desiste de voltar ao cargo que ocupava na Agência e ter de volta o salário de R$ 25 mil.

O último pedido foi publicado no Diário Oficial de segunda-feira (27/01) e será novamente analisado pela Procuradoria Geraldo Estado (PGE-MT). No início de dezembro de 2024, a PGE-MT já tinha recomendado a manutenção da demissão de Luís Arnaldo, recomendação que foi acatada pelo governador Mauro Mendes.

O ex-gestor foi demitido após ser submetido a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Ele foi um dos investigados nas 1ª e 3ª fases da Operação Rota Final, deflagrada em 2018 e 2021, para desarticular um esquema de fraudes em licitações no setor de transporte intermunicipal e de recebimento de propinas.

As investigações revelaram a existência de uma organização criminosa, liderada pelo empresário do setor de transportes, Éder Pinheiro. O grupo tinha como principal objetivo impedir a implantação do novo Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Estado de Mato Grosso.

 

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Saúde

Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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