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Várzea Grande atinge meta da campanha de vacinação contra gripe

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Da Redação

Várzea Grande atingiu a meta preconizada pelo Ministério da Saúde de imunizar 90% dos grupos prioritários. A meta geral atingida foi de 94.05%, sendo 58.424 doses aplicadas de uma população alvo de 58.690 pessoas. A Campanha Nacional de Vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1), transmissor da gripe, começou no dia 10 de abril, realizou o Dia D em 04 de maio e foi encerrada na última sexta-feira, 31. De acordo com os números a Secretaria Municipal de Saúde decidiu pela não prorrogação da Campanha, em Várzea Grande.

Segundo os dados divulgados pela Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande, quase todos os grupos chegaram a meta esperada. Por exemplo, crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), foram aplicadas 18.646 doses, 80.08% do total de 23.308. Para este grupo, como explica o secretário Municipal de Saúde Diógenes Marcondes, as vacinas vão estar disponíveis nos postos, para a rotina da cobertura vacinal das crianças.

“No início da campanha foi aplicada a primeira dose para esta faixa etária. Após 30 dias da data da aplicação da primeira dose os pais ou responsáveis devem levar novamente as crianças para aplicação da segunda dose, que vai garantir a segurança destas crianças de não contraírem a forma mais grave das gripes. As doses vão ficar nos postos de saúde, somente para completarem a cobertura vacinal das crianças e de algumas faixas etárias dos grupos prioritários. Não será aberta a vacinação para toda a população, na garantia da segunda dose das crianças e também no complemento dos grupos prioritários”, explicou o secretário.

“Outro exemplo que ainda requer atenção é o grupo de gestantes que chegou a 68.89%. Puérperas com até 45 dias após o parto, 91.11%, por isso da necessidade das pessoas destes grupos procurarem os postos de saúde para imunização. Tivemos grupos que superaram sua meta ultrapassando os índices, como a população de idosos com 60 anos ou mais, atingiu 101.93%. Professores das redes públicos e privados alcançaram a meta de 120.65%. Pacientes com comorbidades (portadores de doenças crônicas) ficou em 93.86% da meta atingida. Trabalhadores da Saúde Pública, 100.80%. Os profissionais das forças armadas, pessoas privadas de liberdade (reeducandos e adolescentes internados em medidas socioeducativas) e funcionários do sistema penitenciário que também fazem parte do grupo prioritário não possuem população alvo, ou seja, não havia necessidade de atingir meta”, explicou o secretário.

Diógenes Marcondes, comemorou a marca alcançada e agradeceu o empenho dos profissionais integrados na campanha pertencentes as unidades de saúde. “Já atingimos a meta de 90% do público alvo da cidade. O restante de nosso estoque será usado para a realização da segunda dose nas crianças, e aqueles que ainda necessitam da vacina, enquanto durarem os estoques . O foco continua sendo os grupos prioritários. A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença.”, alertou o secretário.

O município de Várzea Grande de acordo com a coordenadoria de Vigilância em Saúde, não possui casos confirmados de Influenza H1N1 em 2019. A vacina contra a gripe é indicada por pessoas em maior risco de transmissão (como profissionais da saúde) ou pessoas com maior possibilidade de desenvolver complicações mais graves (como é o caso de idosos) e as crianças-grupo mais suscetível. O inverno é a época de maior circulação do vírus.

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Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

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O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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