PROGRAMA EXITOSO

Ser Família atinge níveis excepcionais de alcance social em MT

Idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, o Programa Ser Família encampa vários módulos de auxílio a famílias carentes, incluindo Habitação. Tornou-se modelo de praticidade em MT e Brasil afora…

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Graças à sensibilidade e percepção humana da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, a maioria das famílias que não tinham nenhum alimento em casa, sequer qualquer alternativa emergencial para suprir suas necessidades básicas, há anos se encontram sob a proteção do Ser Família. Trata-se de um programa do Governo de MT que abrange várias vertentes sociais, inclusive com amparo no mercado de trabalho – cursos de capacitação – e em defesa da mulher vítima de violência.

Virginia Mendes costuma dizer que sua maior emoção foi quando chegou aos rincões fronteiriços do Estado e pôde constatar a situação de miserabilidade que centenas de pessoas sobreviviam; realidade que comprovou com a equipe de Assistência Social em outras regiões mato-grossense.

“Mesmo já tendo transcorrido tantos anos, as imagens de completa miserabilidade desses semelhantes ainda permanecem nítidas na minha memória e de quantos me acompanharam nessa expedição”.

Foto: João Reis/Setasc MT

Emocionada ao relembrar tal experiência, a primeira-dama afirma que se sentiu literalmente chocada ao visitar um sítio na região do Araguaia, onde nada havia para alimentar os humildes moradores. O sorriso desesperançoso dos anfitriões, como quem pede desculpas por nada ter em casa, descortinou qual seria a medida a tomar, a partir de então.

“Difícil não se emocionar com o choro de crianças famintas, aliada às lágrimas de desespero dos pais. O Ser Família nasceu justamente daí, e assim começamos a trabalhar as bases do programa para que pudesse ser instituído e operacionalizado no menor tempo possível. “Quem tem fome tem pressa”, já se diz. Transcorridos esses anos, hoje dispomos de um programa solidamente social, cujo alcance desfez a vulnerabilidade que tantos semelhantes vivenciavam em pontos ermos do Estado, de forma quase esquecida”.

Secom/MT

APLAUSOS GERAIS

Lançado com sucesso pelo governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes, o Ser Família se modernizou naturalmente em questão de meses, passando a atender as famílias humildes não apenas no tocante à área alimentar, mas também em outras questões complexas, do ponto de vista social. O setor educacional, em todas as fases, é um dos mais trabalhados pelo governo estadual.

“Tínhamos já essa visão de amplitude necessária do Ser Família desde o seu lançamento, e realmente isso aconteceu espontaneamente, com base nas demandas assinaladas. Enfim, é uma experiência fascinante poder irradiar luz esperançosa para alquebrar o silêncio angustiante dos que enfrentam carência geral para sobreviver”, explica Virginia.

Foto: Jana Pessôa/Unaf

ENTENDA O SER FAMÍLIA…

É um programa que oferta às famílias inscritas no CAD Único – com renda familiar até 1/3 do salário mínimo – os seguintes cartões/benefícios, além de acompanhamento familiar [visando a superação da condição de vulnerablilidade social]:

I – Cartão SER Família: usado somente para compra de alimentos; II- Cartão SER Idoso: usado somente para compra de medicamentos; III- Cartão SER Criança: usado somente para compra de vestuário, alimentos e materiais escolares (1 benefício por família, independente do número de crianças no domicílio);  IV- Cartão SER Inclusivo: usado somente para compra de alimentos e medicamentos para a pessoa com deficiência; V- Cartão SER Mulher: para a mulher vítima de violência, com medida protetiva deferida pelo juízo responsável, sendo o auxílio no valor de até um salário mínimo vigente, usado somente para custeio de moradia, mediante formalização de um contrato de locação pelo período mínimo de 3 meses e período máximo e improrrogável de 12 meses, articulando mecanismos para a segurança da mulher, com o afastamento do agressor, além do atendimento psicológico e social.

O Programa SER Família, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, é gerenciado pela Secretaria Adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). A iniciativa consiste na distribuição de cartões que atendem grupos específicos e também famílias em situação de vulnerabilidade social.

O Programa abrange todos os municípios do Estado de Mato Grosso, e  tem por finalidade  reduzir as   desigualdades sociais, mediante   ações     de promoção da cidadania, bem como   inclusão     social de famílias em situação de   vulnerabilidade,  em decorrência de   situações  de pobreza e risco social, com a finalidade de   auxiliar os destinatários na superação de tais fatores.

O SER Família Mulher é voltado ao atendimento de mulheres vítimas de violência. Lançado em 9 de agosto deste ano, o Programa SER Família Mulher, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, está beneficiando atualmente cerca de 300 mulheres, sendo que cada uma recebe o auxílio-moradia no valor de R$ 600, sendo utilizado para pagamento de despesas com aluguel, água, energia elétrica e gás de cozinha, totalizando um investimento de R$ 42 mil.

O benefício do auxílio-moradia, por meio do SER Família Mulher, é destinado às mulheres vítimas de violência doméstica em Mato Grosso e que tenham medidas protetivas, conforme previsto na Lei Federal nº 11.340/06 (Lei Maria da Penha), além de estarem em situação de vulnerabilidade social.

Emocionada, Virginia Mendes agradece às pessoas que se dedicaram ao projeto. SECOM/MT

Além do benefício financeiro, o Programa SER Família Mulher, sendo uma ação afirmativa do Governo do Estado, fortalece a rede de enfrentamento a violência contra a mulher de forma articulada, envolvendo setores como a saúde, assistência social, segurança pública, sistema judiciário e educação, além de parceria com os municípios.

Informações pelos telefones (65) 3613-5701; (65) 3613-5722; (65) 99233-0817; (65) 99339-7468; e (65) 98433-0386.
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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).

O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.

Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.

O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.

Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.

A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.

Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.

Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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