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“Saímos das salas de lata para escolas estruturadas”, diz Virginia Mendes durante posse de professores

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, afirmou que a educação pública do estado vive hoje uma realidade completamente diferente da gestão anterior, marcada por salas de aula improvisadas e falta de estrutura.

A afirmação foi feita durante a posse de 1.230 professores aprovados no concurso público realizado em 2025 pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso, em parceria com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, realizada nesta terça-feira (20.01), no complexo de eventos Allure, em Cuiabá

Durante a solenidade, Virginia parabenizou o secretário de Educação, Alan Porto, e o governador Mauro Mendes pela convocação dos aprovados e pelos avanços nas políticas educacionais em Mato Grosso.

Ao parabenizar os novos professores, a primeira-dama ressaltou o mérito da conquista.

“Chegar até aqui exige dedicação, disciplina e persistência. O concurso público é um caminho longo, que demanda estudo constante e superação. Cada um de vocês conquistou esse momento por mérito próprio”, destacou.

Ao falar sobre as transformações estruturais da educação, a primeira-dama chamou atenção para os avanços em comparação com a gestão anterior.

“Minha mãe Euridice, trabalhou por muitos anos na Escola Raimundo Pinheiro, e isso me permitiu acompanhar as mudanças na educação. Em um passado recente, na gestão anterior, faltavam materiais básicos de higiene, e professores e estudantes precisavam estudar em salas improvisadas, dentro de contêineres quentes e sem conforto. Hoje vemos salas climatizadas, unidades completas, com computadores e smart TVs. É outra realidade”, afirmou.

Virginia também reforçou sua confiança nos profissionais da rede estadual e no trabalho desenvolvido pelo governo.

“Eu acredito no potencial da educação, dos professores e de todos os servidores. Tenho profundo respeito por quem está diariamente nas escolas, construindo o futuro das nossas crianças e jovens. O Governo de Mato Grosso tem mostrado, com ações concretas, que a educação é prioridade, e a posse desses professores reforça esse compromisso”, finalizou.

O Atual



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Projeto exige audiência antes da soltura de agressor de mulher

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O Projeto de Lei 1922/26, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), altera a Lei Maria da Penha para prever que agressores de mulheres participem de uma audiência antes de serem colocados em liberdade após a revogação da prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória.

O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A audiência, que será realizada em até 24 horas da expedição do alvará de soltura, também servirá para reforçar as medidas protetivas em vigor e poderá encaminhar o agressor a programas de recuperação e reeducação.

Laura Carneiro afirma que a proposta busca ampliar a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, reforçando o cumprimento das medidas protetivas quando o agressor deixa a prisão.

Segundo a deputada, o comparecimento obrigatório à audiência reafirma o compromisso do agressor com o processo penal e permite que ele seja formalmente alertado sobre as consequências do descumprimento das medidas impostas.

“Esse é mais um esforço relevante para garantir proteção à vítima em sua realidade concreta e constranger o agressor ao afastamento e à contenção de seus impulsos violentos”, afirmou a parlamentar.

Próximos passos
O PL 1922/26 será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcia Becker



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