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Projetos integrados promovem inclusão social

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Da Redação

A Administração Regional do Cristo Rei promoveu na manhã desta sexta-feira (24) um encontro com as famílias que participam do programa social “Pão e Leite”, bem como de alunos que participam das oficinas semi profissionalizantes realizadas no local, para um momento de interação e trocas de experiências.  O evento contou com a presença da prefeita Lucimar Sacre de Campos e da secretária adjunta de Assistência Social Vanessa Cristiane Navarros.

Para a prefeita esses encontros são importantes uma vez que se consegue fazer avaliação dos projetos desenvolvidos e acima de tudo no fortalecimento de vínculos entre as famílias de diversos bairros e regiões.  “É um momento também para reforçar a importância da participação de toda a população nos projetos que estão sendo desenvolvidos na Administração Regional, e que estão à disposição de todos os moradores. São projetos sociais de capacitações que melhoram a vida das pessoas e promovem melhor qualidade de vida. O Cristo Rei é uma Região bem populosa onde a prefeitura desenvolve várias ações e projetos no fortalecimento das famílias. São Políticas Públicas sócias que ajudam a implementar a renda familiar por meio de cursos semi profissionalizantes”.

Dentre as oficinas oferecidas na Administração Regional, o de panificação é um que alcança uma maior abrangência, não apenas pelo número de pessoas interessadas, mas pelo fator social que o curso atinge. Todos os pães produzidos pelos alunos vão parar na mesa de  centenas de famílias carentes.

A coordenadora do projeto ‘Pão e Leite”, Valdete Flores, explica que a distribuição é feita duas vezes por semana a famílias carentes onde possuem crianças, idosos e portadores de necessidades especiais. “Além do pão entregamos ainda leite , que é um reforço alimentar e importante para  o desenvolvimento. Atualmente 274 famílias estão cadastradas .

Amanda Souza de Paula, moradora do bairro Jardim das Oliveiras, é uma das beneficiarias do projeto “Pão e Leite”. Para ela é importante participar desse programa por que tem um filho pequeno e que a alimentação distribuída reforça a sua alimentação, sendo também uma oportunidade de investir o dinheiro que seria revertido na compra desses produtos, para a compra de outros gêneros alimentícios necessários ao desenvolvimento da criança.

A dona de casa, Crislaine Regina de Souza, mãe de dois filhos, também compartilha da mesma opinião, informando ainda que para muitas famílias que participam deste programa, o pão e o leite são considerados alimentos caros e que não fazem parte da alimentação matinal, por isso da importância do projeto.

Para a instrutora da oficina de panificação, Gisele Moraes Silva, capacitar famílias para o mercado de trabalho é essencial, porém, dar condições para que outras famílias, em especial as mais carentes, se beneficiem de um produto alimentício traz acima de tudo o conforto para a alma. “Todas as pessoas que recebem esses alimentos com certeza necessitam desse reforço alimentar. É gratificante fazer parte dessa administração e de poder mudar a historia de centenas de famílias, que por um motivo ou outro estão em condições menos favoráveis”.    

Cada família cadastrada recebe três pães e uma bebida láctea por criança/idoso/portador de necessidades especiais. Entre os bairros atendidos estão o Jardim das Oliveiras, Parque São João, Carrapicho, Santa Clara, Princesa do Sol, Vila vitória II e Lagoa do Jacaré.

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Izalci Lucas cobra responsabilização de envolvidos após investigações de CPIs

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Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (12), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a falta de responsabilização de culpados após as investigações realizadas por comissões parlamentares de inquérito (CPIs) do Congresso Nacional.

Ele citou como exemplos os casos das fraudes no INSS e do escândalo envolvendo os bancos BRB e Master.

Izalci lembrou que, ao longo de sua trajetória no Congresso, participou de CPIs que reuniram depoimentos, documentos e outras informações. Mas lamentou que muitas vezes os resultados não levam à responsabilização dos envolvidos. Para ele, a impunidade não pode ser “normalizada”.

— Se existem indícios, precisamos investigar. Se existem provas, precisamos responsabilizar. Não importa quem seja, qual partido represente ou qual cargo ocupe — afirmou.

O senador ressaltou que cabe ao Congresso exercer suas prerrogativas e acompanhar os casos investigados até que haja uma resposta das autoridades competentes. Ele também frisou que os Poderes precisam respeitar as competências previstas na Constituição, e que nenhuma instituição ou autoridade deve estar acima dela.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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