DINÂMICA PARLAMENTAR
Projetos da gestão Botelho impactam positivamente vários setores em MT
Alternando cargos na primeira-secretaria e na presidência da ALMT, o deputado estadual Eduardo Botelho (UB) comanda esteira de projetos que têm contribuído economicamente e socialmente com o Estado. Mas faz questão de ressaltar que seu trabalho alcança bons resultados graças à parceria harmônica com os demais pares da Casa de Leis
Política
“Ninguém controla nada sozinho, ou sequer consegue legislar. Sendo assim, é preciso contar com apoio de colegas que harmonizam na elaboração de projetos de lei e em ideias que contemplem o todo social. O mais importante, o objetivo supremo, é atender nossa população e contribuir para que MT se modernize e avance seguramente para o futuro. As novas gerações também agradecem…”
As palavras acima são do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho, do União Brasil. Ele destaca que seu trabalho no Legislativo sempre teve respaldo imprescindível dos colegas parlamentares. Sem esse apoio, afirma, talvez não tivesse o êxito pretendido para administrar a Casa de Leis da forma que os servidores e a população desejam e têm aprovado.
Sem rodeios, ele afirma que o soerguimento administrativo da ALMT – operacionalizado em sua gestão na presidência – foi realizado a quatro mãos.
“Quando se fala em recinto parlamentar, Assembleia Legislativa, estamos nos referindo à Casa do Povo. É ali, de portas sempre abertas, que recepcionamos os conterrâneos mato-grossenses e de outros lugares. E é também nesse órgão legislativo que são concebidas as leis, dispositivos capazes de direcionar o Estado a um ponto satisfatório de equilíbrio fiscal e social. Os projetos de lei passam por crivo minucioso nas comissões, antes de serem apresentados em sessão plenária. Análise fundamental para que se mantenham num curso promissor, sem desvios de função”.
Botelho destaca que a dobradinha com o primeiro-secretário Max Russi (PSB) na Mesa Diretora tem gerado resultados pra lá de satisfatórios nesse aspecto.
“Russi fez excelente trabalho na presidência, e tem larga experiência na Primeira-Secretaria, cargo que ocupa novamente. É um parlamentar de alto nível, e, sem dúvida, excelente componente da Mesa Diretora da ALMT”, afirma Botelho.
Botelho diz que os projetos elaborados atendem todas as áreas sociais e de infraestrutura, estendendo-se a campos inéditos. E sempre com bons resultados.
“Na realidade, independente da qualidade de legisladores, auxiliamos o Executivo diuturnamente a fazer o máximo por Mato Grosso. Somos parceiros do governo estadual, e também parceiros de outros órgãos institucionais, a exemplo do TCMT, TJMT, sendo igualmente apoiados pela iniciativa privada. “Uma andorinha sozinha não faz verão”. Em síntese: cada sementinha plantada hoje e regada zelosamente, pode gerar bons frutos amanhã…”
Recentemente, a ALMT, TJMT e INTERMAT renovaram parceria para viabilizar a regularização fundiária no Estado. O parlamentar entende que o direito de propriedade significa muito para os trabalhadores.
“Seja na cidade ou no campo, dispor da posse da escritura do lote, da terra ocupada, é um direito do cidadão. Proporciona segurança e bem-estar, com reforço inegável da autoestima. Imagine você viver num lugar de modo inseguro, pois a qualquer instante pode ser obrigado a sair dali com sua família. Dispor do título da terra em mãos desfaz esse temor. Quem tem um teto próprio assegurado, sabe exatamente a importância disso. Promover a regularização fundiária em MT sempre esteve no centro das atenções parlamentares na AL. E não será diferente, daqui em diante…”

Fotografia: JLSIQUEIRA/ALMT
Botelho também afirmou que a ALMT está atenta a tudo que acontece no Estado. Somente a Comissão de Educação da ALMT, exemplifica, apreciou em 2024 mais de 3780 matérias. Entre elas, o PL nº 1648/2024, que deu origem à Lei nº 12.745/2024. A norma proíbe o uso de telefone celular por estudantes, em sala de aula.
Em sessão extraordinária, os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram, em segunda votação, o Projeto de Lei Complementar 48/2024, que altera a Lei Complementar n° 746, de 25 de agosto de 2022, que “estabelece normas relativas ao cálculo dos Índices de Participação dos Municípios do Estado de Mato Grosso no produto da arrecadação do ICMS”, para mitigar os efeitos em 2025 e introduzir no IPM/ICMS o coeficiente de infraestrutura a partir de 2026, tendo em vista a declaração de inconstitucionalidade da contribuição ao Fethab Combustíveis.
O PLC foi aprovado pela maioria dos deputados, com duas abstenções, dos deputados Lúdio Cabral e Valdir Barranco, ambos do PT.

SECOM/ALMT
Segundo Janaina Riva, que presidiu a sessão, “a partir de 2025 a maioria dos municípios mato-grossenses sofreria perdas de receita. Para solucionar essa questão, chegamos a um acordo para compensar integralmente as perdas tributárias, ou seja, o Governo do Estado irá recompor todas essas perdas aos municípios a partir do próximo ano”.
Os deputados estaduais de Mato Grosso também aprovaram em segunda votação o Projeto de Lei 2041/24, que define o modelo construtivo e o funcionamento dos raios de segurança máxima, dos procedimentos disciplinares, conselho disciplinar, visitas, proibição de telefones celulares, proibição de atividades comerciais, os procedimentos de inspeção e revista e a entrada de pessoas, no âmbito das unidades penais de estado de Mato Grosso.
A matéria, que aumenta o rigor de fiscalização nos presídios mato-grossenses, recebeu o Substitutivo Integral nº1 e foi aprovada por unanimidade pelos parlamentares. O PL, no artigo 1º, estabelece regras básicas no âmbito das unidades penais, e cita o funcionamento dos raios de segurança, das visitas, proíbe telefones celulares, proíbe atividades comerciais, procedimentos de segurança, de revista e de entrada de pessoas.
(Com informações do jornalista Flávio Garcia)

Foto: JLSIQUEIRA/ALMT
Política
Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos
Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.
Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.
O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.
Direitos fundamentais e cidadania
Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.
O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.
Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.
Exército e Judiciário pela pacificação social
O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.
Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.
Autor: Roberta Penha
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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