Política
MFA fortalece segurança e protege dados sensíveis do Judiciário
Política
A implantação do Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) no PJe representa um avanço importante na proteção dos dados institucionais do Poder Judiciário de Mato Grosso. Desde o dia 18 de maio, o sistema exige uma segunda etapa de validação, aumentando a segurança no acesso às informações processuais.
Essa mudança é especialmente relevante no contexto do Judiciário, onde são tratados dados pessoais, conteúdos sigilosos e informações estratégicas. Com o MFA, mesmo que uma senha seja descoberta, o acesso não será possível sem o código gerado no dispositivo do usuário.
O processo é simples: após o login, o sistema solicita um código temporário gerado no aplicativo autenticador. Essa tecnologia já é amplamente utilizada em serviços digitais e segue padrões modernos de segurança.
🔗 Página do PJe: https://www.tjmt.jus.br/pagina/acesso-ao-pje
📘 Manuais:
Outros autenticadores: https://intranet-mc.tjmt.jus.br/portaldaintranet-arquivos-prod/cms/Manual_2_FA_P_Je_TJMT_Autenticadores_0db21e737a.pdf
📱 Aplicativos:
Gov.br: https://www.gov.br/pt-br
Google Authenticator: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.google.android.apps.authenticator2
Microsoft Authenticator: https://www.microsoft.com/pt-br/security/mobile-authenticator-app
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Novo modelo de acesso ao PJe exige atenção dos usuários internos
Entenda como funciona o código do autenticador no acesso ao PJe
Autor: Ana Assumpção
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
Política
Projeto cria incentivo fiscal para empresa que preservar patrimônio histórico rural
O Projeto de Lei 75/26 institui o Programa de Incentivo à Preservação do Patrimônio Histórico Rural. O texto em análise na Câmara dos Deputados prevê dedução do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para empresas que adquiram, restaurem e preservem fazendas.
O foco da iniciativa são imóveis rurais cuja construção principal tenha pelo menos 100 anos de existência. A pessoa jurídica que adquirir o imóvel poderá abater dos tributos o valor integral dos investimentos realizados na restauração e na manutenção de suas características originais. O benefício valerá mesmo que a propriedade centenária ainda não tenha tombamento formal no momento da aquisição.
O deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), autor da proposta, afirma que a ideia é incentivar a conservação de imóveis rurais com valor histórico, cultural ou arquitetônico, estimulando o turismo rural e a geração de empregos.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Cultura; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
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