Segue internado
Médico descarta a necessidade de cirurgia para tratar Bolsonaro
Política
Nesta terça-feira (4) o médico Antônio Luiz Macedo descartou a necessidade de cirurgia para tratar o presidente Jair Bolsonaro (PL), internado desde a madrugada de segunda-feira (3) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.
Na manhã desta terça o hospital divulgou nota afirmando que o quadro de suboclusão intestinal do presidente se desfez e reiterou que não há necessidade de submetê-lo a uma cirurgia. “A evolução do paciente clínica e laboratorialmente segue satisfatória e será iniciada hoje uma dieta líquida”, afirmou o Vila Nova Star. Mas ainda não há previsão de alta.
Dr. Macedo operou Bolsonaro em 2018, quando o político sofreu em um comício. O médico chegou ao hospital por volta das 6h, para analisar o quadro clínico do paciente, que estava sendo acompanhado pela equipe médica. Ele veio em um voo fretado das Bahamas, onde estava de férias.
No momento o presidente, segue em tratamento clínico e em observação no hospital, onde foi submetido a exames e recebeu antibióticos. O presidente também colocou uma sonda nasogástrica para ajudar a desobstruir o intestino.
Na madrugada de segunda-feira, o presidente interrompeu suas férias no litoral catarinense e deu entrada no hospital na capital paulista, em que já ficou internado em outras ocasiões.
Política
Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa
O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.
Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.
Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.
“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.
Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:
- restrinjam o direito de remarcação;
- cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
- condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.
Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.
O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.
Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein
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