Política
Gestão Mauro Mendes transforma sonho de duplicação da BR-163 em realidade
A antiga denominação da B-163 [de Rodovia da Morte] deixou de ser um fantasma para os viajantes: graças à determinação do Governo Mauro Mendes, a malha se encontra em processo de duplicação. Já em 2024, a quantidade de vítimas fatais de acidentes nessa rodovia foi reduzida em 82% no trecho que compreende Diamantino e Nova Mutum
Política
A duplicação da Br-163, um dos eixos estratégicos para escoamento da safra de Mato Grosso, era considerada até há pouco tempo algo improvável, para não dizer impossível. No entanto, com a determinação do governador Mauro Mendes e sua equipe de governo, essa obra vem se tornando a realidade tanta ansiada por quantos precisam se deslocar nas regiões do Médio Norte e Norte de MT, dali acessando outros estados.
Atualmente, mais de 35% das obras já foram consolidadas pela Nova Rota, superando o cronograma de obras da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Isso porque a previsão de entrega nos dois primeiros anos era de apenas 74 km; a concessionária avançou mais 25 km.
Para o governador, eis a prova cabal de que, em se tratando de gestão focada no futuro, as coisas realmente acontecem. “Hoje podemos dizer que estamos nos preparando para a grande colheita dos frutos dessa obra gigantesca”, disse ao entregar aos 100 primeiros quilômetros de pista nova e duplicada, entre Diamantino e Nova Mutum.
A entrega dos primeiros 100 quilômetros da BR-163/MT superou em 35% a extensão prevista no cronograma de obras da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O Governo de Mato Grosso e a Nova Rota do Oeste entregaram, nesta sexta-feira (20.12), o novo trecho da rodovia.
“Na verdade, esse foi mais um desafio que conseguimos vencer ao assumir a Nova Rota e realizar um aporte de R$ R$ 1,6 bilhão para tocar a obra. Tudo que edificamos até o presente resulta de investimento do governo estadual”.

Créditos: SECOM/MT
Na opinião do presidente do Conselho de Administração da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, a duplicação da Br-163 vem ao encontro das expectativas da população mato-grossense e dos produtores, em geral. Porém, além de facilitar o escoamento, ele assinala que o mais importante é a garantia de que aquela antiga estatística assustadora anual de vidas inocentes ceifadas na Br-163 será reduzida drasticamente”.
Conforme o diretor-presidente da Nova Rota, Luciano Uchoa, os benefícios da duplicação se estendem além da preservação de vidas, posto que possibilita fluidez no trânsito normal [de carros grandes e pequenos], paralelamente ofertando logística segura para que o escoamento agrícola aconteça dentro dos prazos concebidos.
Também se posicionando, o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitalle, mostrou-se impressionado com o ritmo das obras. “É um empreendimento de qualidade excepcional, tornando-se assinatura da competência dinâmica do governo estadual. Mesmo porque segue toda a normativa entre a ANTT, Tribunal de Contas da União e a população”.
Segundo o governador Mauro Mendes, é primordial sempre pensar no futuro, com base na realidade do presente. “Mato Grosso merece o melhor, pois tem se superado nos últimos anos em vários aspectos complexos”.
Mendes citou que ele sempre teve plena convicção de que é possível fazer o melhor quando se tem disposição de trabalho e há sintonia entre governo e parceiros.
Assinado em julho de 2023, o primeiro contrato [R$ 618 milhões] prevê a duplicação de 86 km entre o km 507 (Diamantino) e o km 593 (Nova Mutum). Já o segundo, previsto em R$ 670 milhões, assinado em março de 2024, é para duplicação de 88 km da Br-163 de Nova Mutum a Lucas do Rio Verde.
Política
Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos
Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.
Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.
O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.
Direitos fundamentais e cidadania
Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.
O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.
Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.
Exército e Judiciário pela pacificação social
O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.
Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.
Autor: Roberta Penha
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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