Eleições 2024
EDUARDO BOTELHO AFIRMA QUE SAÚDE É UM “BARCO À DERIVA”
Candidato garante formação de equipe especializada sob comando do vice, que tem mais de 40 anos de experiência em gestão no SUS
Política
O candidato a prefeito Eduardo Botelho (União) afirmou que a saúde de Cuiabá se tornou um “barco à deriva” por falta de gestão, garantindo que dará uma resposta imediata com o apoio do candidato a vice-prefeito, Dr. Marcelo Sandrin (Republicanos), para resolver os problemas no setor.
“A saúde é um barco à deriva. Está sem comando, sem controle, sem gestão, sem nada. Evidentemente, a responsabilidade é do município. Só para se ter uma ideia, há várias atividades que a Prefeitura realiza e que poderiam estar recebendo recursos do governo do Estado, mas, por vaidade e brigas políticas, não buscam essa ajuda”, disse Botelho, em entrevista ao De Frente Com a Notícia, na manhã desta quarta-feira (25).
De acordo com Botelho, caso seja eleito prefeito, uma das primeiras ações da transição será a formação de uma equipe liderada pelo Dr. Marcelo Sandrin para trabalhar em uma solução imediata para os problemas da saúde.
“Nós precisamos dar uma resposta imediata. Assim que as eleições terminarem, o Dr. Marcelo, que é médico e nosso vice, com mais de 40 anos de serviços prestados na área da saúde pública, no SUS, virá conosco formar uma equipe para trabalhar e dar uma solução rápida”, afirmou.
O objetivo é que, desde o primeiro dia de gestão, haja médicos e medicamentos em todas as unidades de saúde, além de iniciar um mutirão para eliminar a fila de cirurgias eletivas, por meio do Fila Zero, programa do governo do Estado que destina recursos estaduais para a realização dessas cirurgias.
Com Eduardo Botelho como prefeito, o governador Mauro Mendes (União) já garantiu parceria para zerar a atual fila de espera, cuja média ultrapassa seis meses.
Política
Comissão aprova penas maiores para tráfico de drogas com uso de aeronaves
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera a Lei Antidrogas para prever penas mais rígidas para o tráfico praticado com o uso de aeronaves.
Pela proposta, quem usar aeronaves com essa finalidade poderá ser condenado à pena de 10 a 20 anos de reclusão, além de ter que pagar multa entre 2 mil e 4 mil dias-multa. Cada dia-multa equivale a um valor entre 1/30 e 5 vezes o salário mínimo, definido conforme a situação econômica do réu.
O texto também prevê aumento de pena para quem utiliza a aeronave para transportar maquinário, aparelho ou qualquer objeto destinado à produção de drogas. A pena prevista, nesse caso, é de 6 a 15 anos de reclusão e multa de 2 mil a 3 mil dias-multa.
O relator, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), recomendou a aprovação do substitutivo acatado anteriormente na Comissão de Segurança Pública para o Projeto de Lei 3632/25, do deputado Cobalchini (MDB-SC). O projeto original previa aumento de pena de 1/6 a 2/3 para quem utilizasse aeronaves em condutas criminosas envolvendo drogas.
O substitutivo estabelece aumento de penas específicas para os crimes de tráfico de drogas com uso de aeronave e financiamento/custeio do tráfico com uso de aeronave.
Resposta compatível
Carlos Jordy argumentou que a proposta estabelece resposta penal compatível com uma “realidade criminosa que evoluiu tecnologicamente”. “O emprego de aeronaves confere vantagem estratégica ao narcotráfico, reduzindo o tempo de deslocamento, aumentando o volume transportado e diminuindo o risco de interceptação”, observou.
Ainda de acordo com Jordy, a proposta sinaliza que a exploração do espaço aéreo para a prática de crimes não será tolerada, o que contribui para proteger a segurança pública, preservar a soberania nacional e evitar que o território brasileiro seja utilizado como corredor aéreo do tráfico internacional. “O uso de aeronaves revela maior organização, capacidade financeira e estrutura criminosa”, ressaltou o deputado.
Próximas etapas
O texto seguirá para votação do Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcia Becker
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