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Desemprego recua para 12,5% em abril, aponta IBGE

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Reinaldo Canato/VEJA.com

No trimestre até março taxa foi de 12,7%; população desocupada no País chega a 13,2 milhões de pessoas

 

Da Redação

taxa de desemprego no País ficou em 12,5% no trimestre encerrado em abril, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta sexta-feira, 31, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população desocupada chega a 13,2 milhões de pessoas.

O resultado ficou dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 12,30% e 12,80%, com mediana de 12,60%.

Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,9%. No trimestre até março, a taxa foi de 12,7%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.295 no trimestre encerrado em abril, com alta de 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 206,817 bilhões no trimestre até abril, aumento de 2,8% ante igual período do ano anterior.

A pesquisa registrou ainda uma população recorde de 4,875 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em abril, segundo os dados da Pnad, que foi iniciada em 2012 pelo Instituto. O resultado significa 202 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em janeiro. Em um ano, 199 mil pessoas a mais caíram no desalento.

população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Estado de S.Paulo /  https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,desemprego-recua-para-12-5-em-abril-aponta-ibge,70002851161

Foto: Reinaldo Canato/VEJA.com

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Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

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O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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