COVID-19

Antecipação da 2ª dose na Educação é defendida por Thiago Silva

O parlamentar trabalha para garantir segurança no retorno das aulas presenciais

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Política

Foto: Gustavo Duarte

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) defende que o Estado antecipe a aplicação da 2ª dose da vacina contra ao coronavírus para profissionais da educação com objetivo de garantir a biossegurança no retorno às aulas, previsto para 3 de agosto de forma híbrida.

De acordo o deputado, outros países e estados do Brasil já estão adotando a antecipação da vacina com objetivo de prevenir a circulação de novas cepas do vírus e atender as medidas de biossegurança durante o trabalho exercido nas escolas públicas.

“Fizemos essa indicação à Secretaria  de Estado de Saúde para que possamos retornar às aulas de forma segura, tanto para professores e inspetores de pátio quanto para os alunos. Outros estados do Brasil já estão antecipando doses e é necessário realizar o mesmo procedimento em Mato Grosso”, afirma o deputado Thiago Silva.

O professor Hélio Braga disse a comunidade escolar é a favor do retorno das aulas, porém aguarda que o governo providencie a segunda dose da vacina, pois isso também demonstra o compromisso em conter a proliferação da covid-19 em Mato Grosso.

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Projeto exige audiência antes da soltura de agressor de mulher

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O Projeto de Lei 1922/26, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), altera a Lei Maria da Penha para prever que agressores de mulheres participem de uma audiência antes de serem colocados em liberdade após a revogação da prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória.

O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A audiência, que será realizada em até 24 horas da expedição do alvará de soltura, também servirá para reforçar as medidas protetivas em vigor e poderá encaminhar o agressor a programas de recuperação e reeducação.

Laura Carneiro afirma que a proposta busca ampliar a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, reforçando o cumprimento das medidas protetivas quando o agressor deixa a prisão.

Segundo a deputada, o comparecimento obrigatório à audiência reafirma o compromisso do agressor com o processo penal e permite que ele seja formalmente alertado sobre as consequências do descumprimento das medidas impostas.

“Esse é mais um esforço relevante para garantir proteção à vítima em sua realidade concreta e constranger o agressor ao afastamento e à contenção de seus impulsos violentos”, afirmou a parlamentar.

Próximos passos
O PL 1922/26 será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcia Becker



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