débitos da gestão anterior

Vereadores constatam falta de internet como motivo da demora no atendimento na UPA do Ipase

Durante a inspeção, Caio Cordeiro descobriu que a unidade está sem internet há oito meses

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Foto: Prefeitura de Várzea Grande

Em visita à UPA do Ipase na noite da última quinta-feira (02), os vereadores Caio Cordeiro e Bruno Rios, junto ao presidente da Câmara, Wanderley, verificaram denúncias sobre a demora no atendimento. Durante a inspeção, Caio Cordeiro descobriu que a unidade está sem internet há oito meses, devido a débitos da gestão anterior. A falta de conexão tem comprometido a eficiência dos atendimentos, dificultando a comunicação e o acesso a informações essenciais.

Caio Cordeiro registrou a situação nas redes sociais, alertando a população sobre a falta de internet na UPA do Ipase e a necessidade de regularizar os serviços. Ele destacou que problemas administrativos não podem comprometer o atendimento à saúde. Os vereadores se comprometeram a levar a questão à Câmara e buscar soluções para quitar as pendências e melhorar o atendimento da unidade, reforçando o papel fiscalizador do Legislativo.

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Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.

O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.

As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.

Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.

Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.

Nome da operação

O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.

Operação Pharus

A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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