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Polícia Civil MT promove mudanças administrativas e conta com novos diretores

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A Polícia Civil de Mato Grosso celebra um momento histórico em sua estrutura organizacional com protagonismo feminino, e pela primeira vez, duas mulheres ocupam simultaneamente os cargos de maior relevância na instituição.

Nesta semana três diretorias trocaram de gestores. As modificações nas pastas ocorreram após a nomeação do Delegado-geral Adjunto, Rodrigo Bastos da Silva, para a função de Secretário Adjunto de Segurança Pública.

Com as mudanças, assumiu o cargo de Delegada-geral Adjunta, a delegada Ana Paula de Faria Campos, a qual junto com a Delegada-geral, Daniela Maidel, estarão à frente dessa nova fase administrativa.

No cargo de Diretor de Administração Sistêmica, ora ocupado pela delegada Ana Paula, assume o delegado Wagner Bassi Junior, que deixou a Diretoria Metropolitana. Em substituição, foi nomeado como Diretor Metropolitano o delegado Daniel Lemos Valente.

Os novos gestores darão continuidade nas ações e projetos em andamento, atuando de forma eficiente e transparente, traçando uma visão estratégica para os desafios contemporâneos da segurança pública.

Com esse direcionamento, a Polícia Civil inicia novo ciclo, com lideranças comprometidas e preparadas para buscar resultados cada vez mais ágeis e eficazes no enfrentamento da criminalidade e na prestação de serviços ao cidadão.

Conforme a delegada-geral, Daniela Maidel, mais do que um marco administrativo, o momento simboliza avanços importantes na construção de uma Polícia Civil qualificada, através de ações estratégicas que possam impulsionar o fortalecimento da instituição.

“Nosso objetivo é ampliar a eficiência investigativa e garantir que a sociedade mato-grossense tenha uma Polícia Civil cada vez mais próxima, pautada na transparência e resolutiva”, destacou Daniela Maidel.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Deputado defende investimentos em infraestrutura sem novos custos para a população

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) manifestou preocupação com a possibilidade de implantação de pedágio nas rodovias MT-060 e MT-451, entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé. Para o parlamentar, a medida representa um impacto negativo para os moradores, agricultores familiares e para o setor do turismo, uma das principais atividades econômicas da região.

A proposta faz parte da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026 e previa a concessão de aproximadamente 125 quilômetros das rodovias à iniciativa privada, o que abriria caminho para uma futura cobrança de pedágio. Após a reação de parlamentares e da população, o Governo do Estado suspendeu o andamento da proposta e cancelou a audiência pública que discutiria o tema.

Juca destacou que a região é formada, em sua maioria, por pequenos produtores rurais, que dependem das rodovias para escoar a produção e acessar serviços essenciais.

“Não podemos aceitar que mais esse custo seja colocado nas costas da população. Quem vive e trabalha nessa região precisa de estradas de qualidade, mas sem ser penalizado com pedágio. É preciso pensar no desenvolvimento e na realidade de quem produz e movimenta a economia local”, afirmou.

O parlamentar também ressaltou a importância do turismo para o Pantanal e defendeu que o Estado priorize investimentos em infraestrutura sem criar obstáculos para quem vive ou visita a região.

“Nossa Senhora do Livramento e Poconé são portas de entrada para o Pantanal. O turismo gera emprego e renda, e qualquer medida que dificulte o acesso pode trazer prejuízos para toda a cadeia econômica. Vamos continuar acompanhando essa discussão e defendendo os interesses da população”, concluiu.

Além de impactar diretamente os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a proposta também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.



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