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Polícia Civil autua homem que violou e danificou imagem religiosa em Jauru

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A Polícia Civil autuou um homem de 47 anos por violar e danificar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, símbolo religioso da fé católica, em Jauru, nessa segunda-feira (9.3). A ato criminoso ocorreu no dia 7 de março.

Logo que o fato foi comunicado à Delegacia de Polícia Civil de Jauru, foram iniciadas diligências investigativas com intuito de identificar e autuar o suspeito.

A imagem ficava exposta em uma pequena capela, dentro de uma caixa de vidro, localizada na entrada da cidade.

No decorrer da investigação, com auxílio de imagens de segurança do Vigia Mais, e o levantamento de informações junto a testemunhas, os policiais conseguiram chegar na identificação do agente.

Nas imagens é possível ver o homem com um machado nas mãos, em direção ao local onde a imagem da Santa estava exposta. Após o dano, ele deixa o local, ainda com o artefato nas mãos.

De acordo com o delegado responsável pela condução da investigação, Uendel Jesus, o homem alegou ter praticado o ato a mando de espíritos, e que se arrependeu de ter quebrado a imagem.

Segundo o delegado, por se tratar de crime de menor potencial ofensivo (com pena que varia entre três meses a um ano), o suspeito foi ouvido, autuado por vilipêndio de objeto de culto religioso e, em seguida, liberado, mediante assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

O machado utilizado na prática do ato foi apreendido e preservado sob cadeia de custódia.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Polícia Civil prende plantonista após paciente ser encontrado morto em clínica em Cuiabá

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A Polícia Civil efetuou, na manhã deste domingo (31.5), a prisão em flagrante de um homem, de 42 anos, plantonista de uma clínica localizada no bairro Jardim Primavera, em Cuiabá. Ele foi autuado pela prática dos crimes de homicídio qualificado e fraude processual, tendo como vítima o interno Alessandro Sidinei Braga, 38 anos.

A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá foi acionada para atendimento de ocorrência inicialmente registrada como suicídio por enforcamento. No local, os investigadores encontraram a vítima já sem vida, com marcas de corda no pescoço.

O preso, único responsável pelo plantão noturno da ala que abriga mais 42 internos, apresentou a versão de que Alessandro teria se enforcado na janela do quarto. Todavia, após a chegada da perícia técnica, constataram-se inconsistências entre os vestígios materiais e a narrativa apresentada.

Diante das contradições, a equipe policial intensificou as entrevistas no local e ouviu internos e funcionários, levantamento que resultou na voz de prisão ao suspeito.

Em seu interrogatório, ele confessou ter forjado a cena do crime e admitiu que solicitou a uma testemunha, também interno e aparente funcionário, que confirmasse a falsa narrativa. A testemunha, por sua vez, negou a versão e manifestou temor por sua integridade física, receando represálias do autor.

Com base nas entrevistas, na confissão da fraude e na preliminar das periciais, a Polícia Civil chegou à provável dinâmica dos fatos.

Durante a madrugada do domingo (31.05), o investigado, (apura-se ainda se teve ajuda de alguém) conteve a vítima, que estava alterada, mediante aplicação de um golpe “mata-leão” ou até mesmo com a corda levada para amarrá-la, e depois a amarrou com os braços para trás.

Após a contenção, trancou Alessandro no quarto com outros internos e não mais retornou para verificar seu estado, encontrando-o morto somente pela manhã.

Em sede policial, chegou-se à conclusão preliminar de que o próprio plantonista foi o provável autor direto do enforcamento que vitimou Alessandro, utilizando a corda que estava sob seu domínio exclusivo.

Em linha subsidiária, ainda que não tenha executado diretamente a ação de apertar o laço, o investigado, na qualidade de garantidor da integridade do interno (art. 13, §2º, do Código Penal), assumiu o risco do resultado morte ao abandonar a vítima completamente imobilizada e indefesa.

“Aguarda-se, agora, a conclusão dos laudos periciais definitivos, em especial os exames de necropsia, local e local de crime, para que se possa confirmar ou até melhorar a dinâmica dos acontecimentos, bem como estabelecer, com maior precisão técnica, o exato mecanismo do óbito e a efetiva participação do autuado, e até outros envolvidos, na consumação do homicídio”, afirmou o delegado Michael Paes.

O autuado foi conduzido à DHPP, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante pelos crimes de homicídio doloso consumado (art. 121, caput, do CP) e fraude processual (art. 347, parágrafo único, do CP).

A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, considerando a gravidade concreta da conduta e o risco de obstrução da instrução criminal, evidenciado pela tentativa de forjar o suicídio e coagir testemunhas.

O inquérito policial segue em andamento para a completa elucidação dos fatos, sendo que as investigações prosseguem, inclusive para apurar a possível participação de terceiros.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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