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Deputados destacam importância do Dia Nacional de Conscientização sobre Mudanças Climáticas; assista

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As fortes chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais atingiram principalmente as cidades de Juiz de Fora e Ubá e deixaram 65 mortos. O fevereiro mais chuvoso em 60 anos ainda deixou 8,5 mil pessoas desabrigadas, além de levar à suspensão das aulas nas redes municipais.

Nesse cenário, o país celebrou o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, em 16 de março.

O deputado Nilto Tatto (PT-SP), coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, defende que o tema deve ser debatido com toda a sociedade.

Pesquisa do Instituto Quest, realizada no ano passado com 2 mil pessoas, mostrou que 94% dos brasileiros já sentiram efeitos das mudanças climáticas. Entre os principais impactos citados estão:

  • 69% mencionam ondas de calor;
  • 42% citam secas prolongadas;
  • 35% apontam mudanças nas estações do ano.

Além disso, 77% dos entrevistados dizem estar preocupados com o tema.

Conscientização
Para a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), o primeiro passo para enfrentar o problema é ampliar o conhecimento e a conscientização. Ela ressalta que esse processo leva tempo. “É uma importante iniciativa, mas é importante reconhecer que, assim como a transformação, ela acontece em um grande movimento”, disse a deputada.

“Eu gosto de comparar esse processo de transformação educacional, sobretudo para as questões climáticas, com a construção desta Casa. A construção
dos dois pilares do Congresso Nacional, demorou 3 anos para ser construído e tem 100 m de altura. A árvore mais alta do Brasil, que é a Sumaúma, tem em torno de 600 a 900 anos de idade e, ao mesmo tempo, ela demora para reconstruir. Por isso que a nossa luta não é somente para reflorestar, a nossa luta é para não desmatar.

Da TV Câmara
Edição – Natalia Doederlein



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Comissão aprova porte de arma para agentes de fiscalização ambiental

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para agentes de fiscalização ambiental que atuam em ações externas de fiscalização, inspeção, vistoria ou apuração de infrações ambientais.

A proposta altera o Estatuto do Desarmamento para incluir a categoria entre as que podem portar arma. O objetivo é garantir a segurança dos agentes que atuam em biomas vulneráveis, como a Amazônia e o Pantanal, onde a fiscalização ambiental enfrenta redes de criminalidade e violência armada.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), que fez ajustes de redação no Projeto de Lei 5911/25, do deputado Marcos Pollon (PL-MS).

Fraga destacou que ataques contra equipes de fiscalização são frequentes e já resultaram em mortes. “O projeto de lei é mais que meritório, sendo medida adequada, necessária, razoável e urgente”, afirmou o relator, ao citar casos de emboscadas contra agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Amazonas.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli



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